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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Estados Unidos cilindram Rep. Dominicana



A equipa norte-americana defrontou a selecção da Republica Dominicana esta madrugada e o resultado foi o esperado. Uma avalanche de pontos marcados, alley-oops para todos os gostos e Derrick Rose de fora por precaução.

Depois de terem batido o Brasil, os Estados Unidos venceram desta feita a Rep. Dominicana por uns expressivos 105-62, nesta fase de preparação para o Campeonato do Mundo que vai ter inicio do final do corrente mês. Desfalcada de Al Harford e tendo como nome maior Francisco Garcia, os dominicanos simplesmente são doutro campeonato.

Se o objectivo do treinador Coach K era dissipar dúvidas em relação a quais jogadores vai eliminar da equipa, então a coisa não correu muito bem. Os Estados Unidos têm actualmente 16 jogadores, sendo que 4 terão forçosamente que ficar em terra, visto só poderem seguir 12 para Espanha.

Não houve um nome que se destacasse na folha de jogo. James Harden afirmou esta semana em entrevista que se considera o melhor jogador da actualidade, e para prova deixou-nos 12 pontos, 4 assistências e 3 roubos em apenas 16 minutos em campo. Entendam que de Harden podemos esperar bola na mão, bola no cesto.

Anthony Davis não demorou muito a mostrar que os dias de mascote sentado no fundo do banco da selecção Olímpica de 2012 já vão longe. Ele é talvez o grande nome em expansão desta equipa. 7 pontos, 5 ressaltos, 2 desarmes, 1 roubo em 16 minutos.

Os Splash Brothers, Steph Curry e Klay Thompson, deixam bem claro que passando a linha do meio campo é legitimo atirar ao cesto, e com elevada taxa de sucesso. Estes não só lançam como marcam. 19 pontos combinados, 4 de 8 de lançamentos de triplo. Afastem a linha de triplo, começa a ser muito fácil, especialmente para Curry.

DeMar DeRozan passou de não-opção no jogo de sábado frente ao Brasil a melhor marcador da partida frente à Rep. Dominicana. 13 pontos, em 6 em 9 de lançamentos, 6 assistências, 5 ressaltos em 23 minutos. Como disse, a tarefa de eliminar alguém desta equipa não está fácil.

Demarcus "Boggie" Cousins aplicou a mesma receita de DeRozan e depois de ter ficado sentado no jogo de sábado, este por precaução fisica, Máximo de ressaltos para Cousins com 8 em 16 minutos de jogo.

O outro big man, Andre Drummon, não quis ficar na sombra de Cousins e anotou 12 pontos e conquistou 4 ressaltos em 16 minutos em campo também.

A equipa americana não baixou intensidade tendo roubado 10 bolas e forçado 19 turnovers à Rep. Dominicana dos quais ressultaram em 23 pontos para os EUA. Os 62 pontos marcados pela equipa das Caraíbas provieram duma baixa eficácia de 32%.

Derric Rose acabou por ser uma das histórias da noite. O base dos Bulls não participou nos últimos dois treinos antes do jogo por se ter ressentido da lesão, e por ter sentido algum desconforto no joelho. Motivo que o levou a ficar de fora do encontro. Kyrie Irving aproveitou a vaga a titular na posição de base marcando 12 pontos, eficácia perfeita não falhando nenhum dos 5 lançamentos tentados, assistiu ainda 5 vezes e ganhou 4 ressaltos.

"Eu só faço o que a equipa precisar que eu faça." disse o Uncle Drew no final da partida. "Se for preciso pressionar ao longo do campo todo, é isso que vou fazer. É o sacrifício que preciso fazer para me tornar especial nesta equipa."

O próximo jogo é amanha, sexta feira dia 22, frente à seleção do Porto Rico, e com Derrick Rose já de volta à acção de acordo com o treinador dos EUA.



terça-feira, 12 de agosto de 2014

Brooklyn Nets são mais russos do que se esperava


Para além da Crimea os russos estão a conquistar os Brooklyn Nets. Há uma brigada russa que se alastra a todos os sectores dos Nets. Desde a direcção, passando por jogadores e como consequência, os adeptos.

O dono maioritário dos Brooklyn Nets é como todos sabemos Mikhail Prokhorov. O braço direito de Prokhorov, e também ele parte integrante da direcção é Dimitry Razumov. Depois temos Sergey Kushchenko, também ele director dos Nets nas últimas 3 épocas, e agora presidente da VTB basketball league da Russia. Uma das primeiras sugestões de Kushchenko após ter assumido a presidência da liga foi sobre a possível ida dos Brooklyn Nets até à Rússia. Não se sabe a resposta dos Nets, sabe-se que criaram uma versão russa do seu site nos meses seguintes: http://www.nba.com/nets/russian !!!

Em campo para fazer companhia ao conhecido Andrei Kirilenko os Nets contrataram Sergey Karasev. Karasev é o jogador mais novo da equipa russa que conquistou o bronze Olímpico há 2 anos. E assim, pela primeira vez, os Nets têm nas suas fileiras dois jogadores russos na mesma época.

É sobejamente conhecida a presença de uma grande comunidade russa em Brooklyn. Emigrantes de segundas e terceiras gerações aliás. Estará esta comunidade convencida e decidida a apoiar a equipa mais russa da NBA?
Vladimir Putin / Mikhail Prokhorov

Era notório para os adeptos que regularmente se deslocam ao Barclays Center para assistir aos jogos que cada vez mais se fala russo entre os adeptos. Era um dado adquirido que em meia hora de espera na fila de entrada para o pavilhão se iria ouvir falar russo. Os Nets decidiram ir mais longe e levaram a cabo um estudo para apurar se o público alvo (russo-americanos) estava a ser atingido. Vejam o link: http://zipatlas.com/us/ny/brooklyn/zip-code-comparison/percentage-russian-population.htm.

No link é possível visualizar as zonas onde as comunidades russas têm maior expressão. E os Nets conseguiram confirmar que a maioria dos Facebooks likes têm sido clicados a partir das zonas onde habitam mais de 5% de russos.

Os Brooklyn estão cada vez mais russos numa altura em que a América está cada vez menos amiga dos russos. Vejamos até onde vai esta expansão. 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Nem toda a gente perdeu na Nigéria....

Este senhor tem um vídeo giro para o currículo!!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Nike e Anthony Davis: Just "brow" it


Anthony Davis é a mais recente aquisição da NIKE. A primeira escolha do Draft deste ano, vai jogar pelos New Orleans Hornets na próxima época, assinou hoje contracto com a marca.

O Jogador do Ano do College da época passada encontra-se neste momento em preparação para representar os Estados Unidos da América ao mais alto nível nos Jogos Olímpicos de Londres.

O logo da NIKE parece assentar que nem uma luva no Anthony Davis. Há quem diga que ele usa dois Logos NIKE constantemente. 

Na época passada, enquanto representava a faculdade de Kentucky, Davis sentiu os primeiros efeitos da fama. Com a camisola alusiva à sua unisombrancelha a ser usada por toda a gente. O movimento surgiu espontaneamente:  FEAR THE BROW. Algo me diz que vai pegar na NBA.




segunda-feira, 16 de julho de 2012

Jogos Olímpicos: Team USA a dar show

Bom prenúncio para os fãs de basket.....mau para os adversários dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos!!

Já agora....alguém diga ao Anthony Davis onde está a bola!

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