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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

D-League para Anthony Bennett?



E se o Anthony Bennett fosse para a D-League? A pergunta faz mais sentido a cada jogo que passa. A 1ª escolha do Draft de 2013 está a ter um dos piores começos de carreira de sempre e os fãs dos Cleveland Cavaliers começam a perder a paciência. Quarta à noite o jogador foi assobiado em casa após ter feito um Air ball de 3 pontos!


Estas são as percentagens de lançamento de Bennett. Os 8% de eficácia de lançamentos debaixo do cesto são uma aberração. Ao todo marcou 5 lançamentos em 37 tentados. É uma situação que está a começar a perder o controlo.

Tem apenas 20 anos mas ou não está a aguentar a pressão ou não está preparado para o ritmo e intensidade da melhor liga de basquetebol do mundo. Por essas razões a D-League começa a estar na boca de toda a gente quando o tópico é qual a alternativa de Anthony Bennett.

Bob Finnan, jornalista dos Heralds-News, publicou ter falado com uma fonte dos Cavs que lhe garantiu que a equipa não ia mandá-lo para a D-League e que a NBA é onde ele merece estar.

Enquanto isso, vai sendo uma tortura ver o jogador a esforçar-se para ter sucesso em campo. Como agravante há ainda o peso a mais que o jogador tem. O site oficial dos Cavaliers mostra-nos que o jogador pesa 117kg actualmente, 8 a mais de quando há uns meses atrás jogava na Universidade de Nevada, Las Vegas.

Tudo parece estar contra o jogador canadiano dos Cavaliers: sofre de asma, sofre de apneia do sono, um dos seus técnicos já confessou em público que Bennett tem o mau hábito de ficar acordado até tarde.

Mas a América é pródiga em criar e apoiar os seus underdogs, vejamos se Bennett dá a volta por cima e talvez estejamos na presença de uma história dessas. 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Blatche quer é jogar..nem que seja na D-League



Com o novo acordo colectivo de trabalho da NBA vários jogadores "deixaram" o seu último ano de contracto em busca de contractos melhores noutras equipas. Temos como exemplo Chauncey Billups que deixou os Knicks pelos Clippers ou mais recentemente o Elton Brand que deixou os Sixers pelos Mavs.

Tanto Billups como Brand são jogadores com provas dadas na liga e não lhes foi difícil arranjar novo destino com melhores condições, financeiras entenda-se!

Agora temos o caso de Andray Blatche, ex-jogador dos Washington Wizards. Abandonou o "barco" em busca de um contracto melhor só que ninguém lhe pega. Após 7 anos em DC, Blatche deixou para trás médias de 16 pontos e 8 ressaltos, em contrapartida deixou também um historial de drogas e de reputação de problemático.

O desespero parece ter-lhe batido à porta e numa entrevista dada esta semana afirmou não lhe interessar se vai jogar para os Heat, Spurs ou D-League, ele quer é jogar. "O meu destino de sonho neste momento é dentro do campo. É o que eu amo fazer. Quero lá saber se é nos Heat, Spurs ou D-League, quero é jogar."

Blatche não é de todo um franchise player, mas é um jogador interessante. Choca o facto de ninguém querer arriscar uns milhões nele, choca mais ainda o desespero de estar disposto a jogar na D-League.

"Entendam-me, eu amo o jogo.Sou um fã do jogo. Adoro jogar basket e é a única coisa que faço desde miúdo. O jogo de basket é muito, muito importante para mim." São as palavras do antigo poste dos Wizards.

 É público também que Blatche se uniu ao antigo jogador e treinador da NBA John Lucas. Lucas, também ele com um historial ligado ao mundo da droga. Têm passado algum tempo juntos tentando o mais velho exercer a função de tutor no mais novo

Blatche mudou-se para Houston, onde mora Lucas e juntos têm jogado basket, feito exercicios especificos e yoga!!!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

D-League e NBA mais perto



A D-League está a começar a tornar-se um caso sério. Nos Estados Unidos, qualquer modalidade corre esse risco(até os miúdos de 7 anos que jogam baseball têm mais pessoas a assistir do que um jogo do Leiria). No entanto, apesar do sucesso nas bancadas, é no campo que a diferença mais se tem feito notar. De Jeremy Lin a Ramon Sessions, já são 50 os jogadores chamados à liga principal. Nada mau!

Depois de levar mais de 1 milhão de espectadores aos pavilhões, a D-League tem também contribuido com muito talento para o escalão principal. Já nem só de Drafts e trocas se fazem as equipas, a D-League começa a transformar-se num filão que tem que ser levado a sério.

É certo que muito do "talento" que figura na segunda linha do basket americano não tem qualidade suficiente para chegar ao topo, mas a grande parte deles faltam é oportunidades. Gerald Green, Ramon Sessions e C.J. Watson são alguns dos nomes que figuram nesta lista de "convocados" à NBA. E a lista é grande, tão grande  que todas as equipas da liga têm pelo menos um jogador que figurou na D-League.

O caso mais gritante mora em New York. Falamos claro de Jeremy Lin, que foi membro dos Erie BayHawks e dos Reno Bighorns antes de saltar para os Knicks e a Linsanity tomar conta do país. Em muitas entrevistas, o base destacou o quanto foi importante jogar na D-League, ganhar maturidade e aprender a jogar com "gente grande" antes de poder causar impacto na NBA. Hoje em dia todos sabem quem ele é e a história inspira jogadores de todos os escalões.

As equipas da NBA, pouco a pouco, vão criando ligações estreitas com as equipas ditas "de segunda", porque já perceberam os benefícios que esta relação pode trazer. A D-League vai continuar a crescer, a exportar talento e a tornar-se um caso sério no panorama do basket americano!

Fica aqui um gostinho a D-League, vale a pena!



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