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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

"Se eu tivesse jogado tínhamos sido campeões" DeJuan Blair



DeJuan Blair não demorou muito tempo até apontar o dedo à antiga equipa, os San Antonio Spurs. Para Blair, os Spurs não foram campeões da NBA na época passada porque o treinador, Gregg Popovich, não o pôs a jogar mais tempo. Afinal é tão simples como isso...

Agora a jogar pelos Dallas Mavericks, Blair foi questionado se gostaria de voltar a chegar a uma Final da NBA e se achava possível. O poste respondeu: "É claro que quero voltar a estar lá. Eu acho que no ano passado não tínhamos perdido caso eu tivesse jogado mais, mas hey, deixo isso no ar."

DeJuan jogou apenas 4 minutos no Jogo 4 das Finais frente aos Miami Heat e 6 minutos no Jogo 5. Em ambos os jogos os seus números deixaram a desejar, embora mal tenha tido tempo para mostrar fosse o que fosse. No entanto em Dallas espera-o um treinador conhecido por dar minutos aos não-estrelas. Por isso Blair deve estar descansado para a próxima época.

Rick Carlisle, treinador dos Mavs e agora de DeJuan Blair notabiliza-se por tentar distribuir os minutos de jogo irmãmente. As estrelas jogam mais, mas não muito mais!

Quando Carlisle treinava Tyson Chandler, Shawn Marion e Jason Terry foi acusado de os ter deixado demasiado tempo no banco. A resposta na altura foi clara: "Eu quero lá saber se os rapazes estão contentes ou tristes com os minutos." afirmou Carlisle. "Quando o foco é ganhar ao mais alto nível, se há necessidade de algumas individualidades na equipa de quererem mais minutos, então quer dizer que há jogadores que não estão a fazer as coisas bem feitas. Se há alguém com um pensamento egoísta até esse ponto então é porque não merece vestir o uniforme dos Mavericks. Aqui não há definição de papel na equipa. Aqui há a aceitação do papel na equipa."

A citação não é desta época mas o pensamento de Carlisle foi sempre o mesmo, por isso...Boa sorte Blair!

terça-feira, 19 de março de 2013

Não interessa o nome...desde que jogue bem!



Há jogadores da NBA que nem sempre têm uma vida fácil, quer em termos de aceitação, quer em termos de pronunciação dos seus apelidos. O último foi Kostas Koufos, que passou de suplente pouco utilizado na época passada para um role player com bastante peso na equipa dos Nuggets.

Os adeptos já reconheceram a evolução do jogador e já tentaram louvar as suas prestações nas redes sociais, sendo que o apelido aparece invariavelmente mal escrito: Koufas, Kofas, Kufus, enfim...

Mas até os responsáveis das outras equipas têm tido dificuldades. Na semana passada, na visita aos Knicks, um dos adjuntos da equipa de New York tinha escrito Koufas no quadro!

Se olharmos para as últimas prestações do poste de Denver, que cada vez ganha mais preponderância na equipa...percebemos que para os adeptos, o nome não importa desde que jogue bem!


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