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quarta-feira, 13 de março de 2013

Dwight Howard voltou a Orlando


Um dos jogos que mais se aguardava esta época finalmente aconteceu: o regresso de Dwight Howard a Orlando. Teve lugar no Amway Center e com uma lotação esgotada os fãs dos Magic deixaram claro que Howard é "persona non grata". As vaias foram constantes.

Quem ri por último ri melhor e Dwight deu uma gargalhada bem audível com os seus 39 pontos e 16 ressaltos. Os Los Angeles Lakers levaram de vencida a equipa da Florida.

A história do jogo pode-se resumir com Dwight Howard na linha de lance livre. A antiga equipa do Superman fez uso da falta intencional para levar o poste para a linha. Tendo em conta que esse seria o seu ponto fraco.

O táctica saiu gorada e Howard estava com a mão certeira. Dwight foi 39 vezes para a linha de lance livre. Igualou o máximo de carreira. Das 39 converteu 25. Mais impressionante foi o registo da segunda parte, onde em 20 tentativas de lançamento livre marcou 16.

Pelo pavilhão foi possível ver cartazes chamando o homem da noite de "Cobarde", "Judas" e "Filho do Kobe".

Os Lakers tardaram a acordar mas seguem bem despertos rumo ao Playoff.

quarta-feira, 6 de março de 2013

"Eram pessoas que ninguém queria" Dwight Howard


Digamos que Dwight Howard não tem o dom da palavra. Desta feita o agora poste dos Lakers referiu-se aos antigos colegas de equipa em Orlando como "pessoas que ninguém queria".

Em entrevista dada à CBS, Dwight Howard pôs em perspectiva as temporadas que passou nos Orlando Magic e falou da vida em Los Angeles.

"Eu compreendo que vindo aqui para LA, o Kobe está cá e há já 17 épocas que os fãs de Los Angeles têm visto o Kobe ser sério." disse Dwight. "Eles vêm o Kobe como uma pessoa séria. Parece que ele não brinca em serviço ou seja lá o que parece. Mas essa é a personalidade dele. E só porque eu não sou assim durante os jogos e no banco de suplentes, não quer dizer que eu não penso em renovar ou que não quero ganhar."

Howard podia-se ter ficado por aqui mas decidiu esticar a corda mais um bocado. "E eu digo sempre às pessoas 'Hey, a minha equipa em Orlando estava cheia de pessoas que ninguém queria e eu era um lider e liderava-os com um sorriso na cara."

Os comentários não podiam surgir em melhor altura visto que dia 12 de Março, ou seja na próxima semana os Lakers vão visitar os Magic. É a primeira vez que Dwight vai ao Amway Center em Orlando desde que é um Laker. Os ânimos vão estar quentes.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A caminho do All Star

Há uma semana apresentamos os 5 iniciais do Este e do Oeste do All-Star Game que se vai realizar dia 26 no Amway Center em Orlando.

Se relativamente aos titulares não havia grandes dúvidas, no que diz respeito aos suplentes é outra conversa. Os bancos das duas equipas têm que ser compostos por 7 jogadores, sendo que as posições a preencher são: 2bases, 2extremos, 1 center e mais dois sem posição definida (os chamados Wild Cards).


Tanto no Este como no Oeste há nomes aos quais não se podem fugir, mas tal como referi há algumas dúvidas e aí as opiniões divergem.

Vejamos o Este:

Para a posição de base surgem os nomes de:

Rondo – perdeu quase 10 jogos lesionado, mas é um pilar na formula de sucesso dos Celtics.
Deron Williams – começou a época a baixo do que se lhe pedia, uma vez que vinha com ritmo de jogo por ter estado a jogar no Besiktas enquanto a NBA esteve parada em lockout. De há duas semanas para cá tem estado fantástico, e convenha-se, ele é um All-Star
Joe Johnson – outro tipo de base, shooting, mas ainda assim tem levado os Hawks às costas com jogos de 30 pontos atrás de 30 pontos. Se merece os 119Milhões que vai receber em 6 anos, isso não sei. Mas sem Al Horford tem ELE sido a salvar os Hawks. 18.6 pts.
Brandon Jennings – Tem estado fantástico. Caso semelhante aos dos Hawks. Os Bucks viram-se sem poste (Bogut) por lesão e o Jennings tem arrasado. Está com média de 21.5 pts e 6 ass.Marcou 31 contra os Heat, lembrem-se.
John Wall – um dos “se não” é jogar nos Washington. Espero que os treinadores não se esqueçam dele. Média de 16pts e 7 ass. O outro “se não” são 4 turnovers por jogo??
Tony Parker - Tem estado absolutamente fenomenal. Média de 18 pts e 7.7 ass. Há 3 dias marcou 42 pts contra os OKC e teve 9 ass. Cai no esquecimento por não ser tão espectacular como Deron Williams ou Westbrook, mas ele tem estado imparavel.

Extremos

Chris Bosh – Extremo poste. Tem estado bem melhor do que no ano passado. Mais consistente, mais completo e com uma meia distância temível. Quando os Heat se viram sem Wade e sem Lebron assumiu e marcou 34pts. Médias de 19.7 pts e 7.7 ress até agora.
Josh Smith – a par do Joe Johnson tem feito um inicio de temporada muito bom. Está mais maduro. Menos highlights mas mais eficiência. Está a fazer a sua melhor época de sempre na NBA, melhorou as médias em todas as categorias, só baixou a que interessava: Faltas!!
Paul Pierce – O incontornavel Paul Pierce. Sem Ray Allen, ele marca 30, sem Garnett marca 30, sem Rondo? Marca 30 ganha 9 ress e faz 8 ass. O MVP das finais de 2008 ainda joga. 18pts, 5rss e 5ass de média. All-Star por favor.
Danny Granger – É o All-Star dos Indiana pelo menos. Começou a medo este ano e os números dizem-nos isso mesmo. Na época média de 18pts. Ultimos 10 jogos média de 21.7. No mês de Fevereiro- 23.7 pts!! Há 3 jogos atrás marcou 36pts frente aos Minnesota. Os Indiana têm surpreendido imenso este ano, e o Granger é para mim a estrela mais “Under the radar” desta liga.
Luol Deng – também entra na conversa embora tenha estado lesionado. É um jogador bastante completo. Com ele os Bulls melhoram imenso, é notório!
Andre Iguodala – É quase certo não ir ao All-Star tem abdicado dos seus números em prol da equipa. É um grande atleta, ia animar o jogo All-Star de certeza. Mas 12pts por jogo…

Postes

Roy Hibbert – 13pts por jogo, 10 ress 1.8 tapas. Não é fantástico, mas é o que há numa época onde os homens grandes estão a ser fustigados por lesões.
Joakim Noah – Época discreta. Tem feito o que lhe compete. Mas não é de All-Star. É um jogador bastante útil em qualquer equipa. Faz o jogo sujo e isso nãoa aparece nas folhas de estatística.
Anderson Varejão – É um duplo duplo certo em cada jogo. Tem médias mais altas de ressaltos do que pontos. 10.8 pts e 11.9 ress. Também não deve ir ao All-Star
Andrea Bargagni – Este sim a fazer uma época de All-Star. 23pts,  6.4 ress. Mas se analisarmos os últimos 10 jogos tem média de 30 pts por jogo! Exactamente, o Bargnani!!


Avançamos agora para o Oeste

Bases

Russel Westbrook – é mais do que certo que irá estar presente no All-Star. 21 pts e 6ass de média por jogo. 4turnovers por jogo também, mas jogar ao lado do Durant faz com que se possa esconder bem esse pormenor para baixo do tapete.
Steve Nash – Primeiro na NBA em assistências. 15 pts e 10 ass por jogo. Tem que ser All-Star.
Kyle Lowry – Sim. O Kyle Lowry já pode ser considerado um All-Star, pelo menos já entra na discussão. Fez um triplo duplo este ano. E fica lá perto algumas vezes. Só não deve ir ao All-Star por causa destes dois nomes que referi antes dele.
Kevin Martin – Marca 19pts por jogo. É uma máquina de marcar pontos com aquele lançamento nada ortodoxo. E lança e lança e lança. Mas não faz muito mais do que isso. Será um All-star?
Monta Ellis e Steph Curry – Não deverão ir, mas decidi pô-los na conversa. É sempre um bom jogo de se ver quando os Golden State jogam com este dois bases. Monta ellis tem média de 21 pts por jogo, o Steph Curry 16!

Extremos

LaMarcus Aldridge – Sim, para a NBA ele é extremo. É o franchise player dos Portland. É quase certa a presença no All-Star. Marcou 39 pts esta noite… Tem que ir.
Kevin Love – 25 pts por jogo e 13 ress. All-Star. Mais do que All-Star. Assunto encerrado.
Danilo Gallinari – Tem estado imparável este ano. Ele é a grande razão dos Denver estarem a surpreender toda gente. (E um senhor chamado George Karl no banco). 17 pontos por jogo. Melhor de época de sempre na NBA. Está na corrida.
Dirk Nowitzki – Só está aqui porque no ano passado foi MVP. Dirk tem estão muito aquém do que nos habituou. Muito lento este ano. Se não for chamado, não choca.
Rudy Gay – Dos melhores atletas que a liga tem. Esta época tem médias de 18 pts por jogo. Não deve integrar o All-Star se bem que gostava de o ver lá. Tem tido um ano muito sólido em Memphis.

Postes

Marc Gasol – Outro jogador dos Memphis. Médias de 15 pts e 10 ress. Está a viver a sua época de afirmação. Sem Zack Randolph por lesão, o jogo interior dos Grizzlies passa cada vez mais pelo Gasol. Ele tem correspondido. Não é ainda um Pau Gasol. Mas marca triplos e tudo este ano.
Al Jefferson – Sem grandes estrelas em Utah, Jefferson tem estado em grande. 18pts e 9 ress por jogo. Tem sido o pilar dos Jazz.
Nene Hlário – Esteve para sair dos Denver, mas em boa hora não o fez. Época sensacional para os Nuggets e o brasileiro tem sido uma das chaves do sucesso.
Pau Gasol – Embora a critica no seio da NBA esteja um bocado contra Pau, a verdade é que os números dele não estão nada maus. 16 pts e 10 ress por jogo. Se isto é uma época má?! Seria engraçado os dois irmãos no All-Star.
Tim Duncan - Os anos passam e as pernas já não são as mesmas. Não tem sido tão consistente como nos habituou. Mas ainda é o Mr. Fundamentals. Tem médias de 13 pts. Mas ontem marcou 19pts, ganhou 17 ress e fez 5 tapas??!
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