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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Há um "Hero Complex" nos Knicks?



As expectativas eram elevadas à entrada da época 2013-14 para os New York Knicks. Um mês volvido e as expectativas estão a sair goradas. 10 derrotas e apenas 3 vitórias. "Não tem piada ir para dentro do campo!" afirmou Carmelo Anthtony.

Os Knicks venceram 53 jogos na temporada passada e só foram eliminados na segunda ronda dos Playoff. Os alicerces pareciam montados para um bom inicio de época seguinte.

Há dedos a apontar culpados em todas as direcções, sendo talvez o mais certeiro o de Amar'e Stoudemire. O poste dos Knicks que jogou apenas 9 jogos na época passada devido a lesão, tem visto o seu tempo de jogo limitado a 25 minutos ainda devido à lesão esta época, no entanto fora das 4 linhas é implacável e afirma que os Knicks têm um "hero complex".

Por "Hero" leia-se Carmelo Anthony. "Nós não fazemos a bola circular. Até descobrirmos como fazer isso vão haver muitas noites iguais a esta." foram as palavras de Amar'e após a derrota com os Portland Trail Blazers.

Aproveitando a frontalidade de Amar'e os jornalistas perguntaram ao jogador como se justifica que Iman Shumpert não marque pontos, porquê que o próprio Amar'e não consegue converter mais de 10 pontos, e o "hero" afinal acabou de marcar 34 pontos e conquistou 15 ressaltos.

"Torna-se difícil para qualquer jogador conseguir encontrar o seu ritmo (de marcação de pontos) se a bola não chega até ele." começou por responder Stoudemire. "Eu joguei a minha carreira toda em equipas onde a bola passava por todos. A bola circula. Eventualmente, assim, vais ter o ano da tua carreira. Mas se a bola não circula, então o pessoal não entra no ritmo. Eles não tocam na bola vezes suficientes, então não há hipótese de entrarem num ritmo. Neste momento ninguém se está a divertir. A bola não se mexe. Estamos a jogar um-passe-um-cesto. As equipas que circulam a bola ganham. É muito simples."

Com o base titular Raymond Felton lesionado na anca, o poste titular Tyson Chandler lesionado com o perónio fracturado, JR Smith sem conseguir acertar com um cesto e com um Carmelo Anthony incapaz de ser a solução para todos os problemas, a vida não está nada fácil no Madison Square Garden.

Carmelo Anthony confessou na pré-época que estava entusiasmado pelo facto de poder vir a ser free agent no final desta época e assim iria ter pela primeira vez na sua carreira equipas a disputarem-no e a seduzi-lo a assinar. Será esta uma das causas para o surgimento do "complexo do Herói" que Amar'e se refere?

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"Eu já sou Hall of Fame", T-Mac


Após ter anunciado o final da sua carreira na NBA, Tracy McGrady vê-se agora no meio da discussão sobre a sua inclusão no Hall of Fame. T-Mac não tem dúvidas: "Eu acho que já sou Hall of Fame!"

"Eu acho que os meus números equiparam-se aos de muitos jogadores que já fazem parte do Hall of Fame." disse T-Mac. "Agora se vou entrar para o Hall of Fame ou não, isso já não me diz muito. Eu sou um tipo de Auburndale na Florida, com uma população de 10,000 pessoas. Cresci num bairro bastante mau, por isso para mim, eu já sou um Hall of Fame só por ter tido esta carreira. Para mim o Hall of Fame é isso."

O grande e único senão na carreira de T-Mac é a falta de Playoffs. As lesões que o fustigaram quando se encontrava no pico da forma, fizeram com que a sua produtividade nos Playoffs fosse escassa. E na NBA os grandes jogadores formam-se nos Playoffs.

O facto de ter jogado em equipas não tão grandes também o podem ter prejudicado. Foi sempre Tracy McGrady a tornar a equipa grande e raramente o oposto.

Ele tem a razão do seu lado quando afirma que os seus números não ficam atrás de alguns jogadores que já figuram no Hall of Fame. Aliás, caso T-Mac não entre para o Hall of Fame será o único jogador na história da NBA vencedor do título de melhor marcador, a ficar de fora.

Tracy McGrady deverá entrar para o Hall of Fame, este é o cenário mais provavel, mas para ele já o é!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Tony Parker diz-se inventor do Teardrop... a NBA ri-se!


O base dos San Antonio Spurs, Tony Parker, afirmou ser o inventor do Teardrop. O base francês da equipa do Texas disse ainda que os direitos do autor de aquele estilo de lançamento devem-lhe ser atribuídos.

"Eu tenho os direitos sobre esse lançamento." disse Parker. "Eu criei este lançamento porque quando era novo aquela era a única maneira de o meu lançamento conseguir passar pelos braços dos grandes. Eu só comecei a crescer muito mais tarde."

Não quero estar aqui a ser portador de más notícias para o Tony Parker, até porque a imprensa americana já se encarregou disso, mas ele não deve ter tido o hábito de ver NBA nos anos 80, 70, 60 etc...

O primeiro grande base da NBA, Bob Cousy, um verdadeiro Houdini em campo, ficou célebre na década de 50 ao serviço dos Boston Celtics por usar o teardrop no seu arsenal de lançamentos.

Para quem não sabe o teardrop é o tipo de lançamento usado pelos jogadores mais pequenos. Um lançamento em que o jogador "atira" a bola para cima para que sobrevoe os jogadores mais altos, vindo esta a cair a pique no cesto, idealmente.

Só este video do Larry Bird deveria acabar com esta discussão:



Tony Parker que ingressou na NBA em 2001 com 19 anos não foi de todo o inventor de tal lançamento. Se ele quiser um exemplo, bem próximo dele, de um outro base que utilizava o teardrop, tem-no no treinador dos Golden State Warriors, equipa que os Spurs estão correntemente a defrontar noa 2ª Ronda dos Playoff.

Mark Jackson, enquanto jogador dos New York Knicks, passou os anos 80 a socorrer-se do teardrop. No aquecimento desta noite o Tony Parker pode ir lá tirar umas dúvidas caso seja preciso. O Mark "Action" Jackson refresca-o.


quinta-feira, 9 de maio de 2013

O prémio está assombrado


O prémio de Melhor Treinador do Ano já foi entregue e ficou nas mãos de George Karl, treinador dos Denver Nuggets. Por sua vez, o treinador dos Heat, Erik Spoelstra, admite ter ficado contente por o troféu não lhe ter vindo parar às mãos e acha que o próprio George Karl também não deve ter ficado muito agradado. Estranho?

"Provavelmente fiquei mais contente do que Geroge Karl esta manhã.". Disse Spoelstra que terminou em segundo na corrida para o Treinador do Ano. "Já dei os meus parabéns ao George Karl. E sei que ele também não queria o prémio. Sem querer faltar ao respeito a ninguém."

A explicação é uma questão de superstição entre os treinadores da NBA. Ninguém além de Gregg Popovich conseguiu ganhar o prémio de Melhor Treinador e ser campeão. Foi em 2003 que Coach Pop conseguiu tal feito.

  •  Em 2005-06, Avery Johnson conquistou o prémio como treinador dos Dallas Mavericks e em 2007 estava na rua, sem campeonato ganho;
  • Em 2006-07, Sam Mitchell mereceu a distinção ao serviço dos Toronto Raptors, em 2008 estava na rua;
  • Byron Scott ganhou o Treinador do Ano em 2007-08 quando treinava os New Orleans Hornets e com um começo de 3 vitórias e 6 derrotas em 2009 foi despedido;
  • Mike Brown recebeu-o quando estava nos Cleveland Cavaliers na época 2008-09. Na época 2009-10 já adivinharam não já? Despedido!

"Eu não sou muito supersticioso." disse Spoelstra. "Mas acho que toda a gente em torno da liga está mais ou menos consciente do efeito à volta deste prémio."



quarta-feira, 8 de maio de 2013

Ray Allen ensina LeBron James a lançar


 Se há um ponto fraco no jogo de LeBron James que salta logo à vista é o lançamento livre. LeBron nunca conseguiu atingir a marca dos 80% de lances livres. O companheiro de equipa nos Miami Heat, Ray Allen, deu um passo em frente e vai ajudar o King nesse capitulo.

LeBron admitiu que essa uma das areas em que está focado em melhorar. "Eu preciso e eu quero lançar acima dos 80%." disse James esta semana. "Esse é o meu próximo objectivo, o lançamento livre."

Ray Allen, é o 5º melhor marcador de lances livres na história da NBA e é companheiro de LeBron nos Heat. Porque não tirar partido disso?

"É nisso que temos trabalhado." Confessou Ray Allen. "Temos tentado trabalhar na inclinação dele. É aquela inclicação que ele faz, que faz com que a bola saia daquela maneira estranha. É interessante porque a mecânica de lançamento dele - sim, tenho estudado imenso o lançamento dele - aquela inclinação é o que o mete numa má posição."

"Ja falei com ele. Ele compreendeu o que lhe quis dizer." continuou Ray Allen. "Eu observo-o e tento dar-lhe a informação e parece que ele tem ganho confiança com isso. Não sei se ele vai adoptar as minhas rotinas de lançamento. Ele tem que seguir aquilo que o deixa mais confortavel."

Sobre o último jogo, Allen. "Falhou dois, eu sei. Mas nota-se que tem mais confiança quando vai para a linha. O lançamento já parece mais fluído. Os joguinhos que temos feito de lance livre nos treinos têm-no ajudado."

O último conselho que o Ray Ray lhe deu? "Às vezes podes ter uma execução perfeita e falhar. Não fizeste nada mal. Há vezes que simplesmente falhas."


Melhores Marcadores Lance Livre NBA

1º Steve Nash
2º Mark Price
3º Rick Barry
4º Peja Stojakovic
5º Ray Allen


terça-feira, 23 de abril de 2013

Spurs são némesis de Steve Nash


Os Lakers esbarraram no Jogo 1 frente aos San Antonio Spurs mas para Steve Nash já é, infelizmente para ele, uma rotina. O base canadiano dos Lakers tem nos Spurs o seu nemesis.

Steve Nash já se cruzou com os Spurs nos Playoff por 7 vezes enquanto jogador dos Dallas Mavericks e Phoenix Suns. Somente num ano é que conseguiu ultrapassá-los. Ou seja, Tim Duncan, Parker e Manu sabem bem o que é deixar Nash pelo caminho.

A imagem do ano de 2007 pode muito bem ser a de Nash a insistir na permanência em campo com o nariz aberto, a sangrar após colisão com Tony Parker.... e continuou!

Este é um Steve Nash totalmente diferente. Os 39 anos começaram finalmente a pesar. O base dos Lakers perdeu 32 jogos esta época por lesão mas nas 7 épocas anteriores falhou apenas 30! O que significa que desde 2001, Nash de 886 jogos possíveis, esteve presente em 856.

"É frustrante, nós passamos por tanto esta época e agora sentimos que merecemos uma hipótese." disse Steve Nash, no final do Jogo 1 após ter falhado 9 dos seus 15 lançamentos. "Eu adoro jogar, adoro esta equipa. Eu quero lutar por eles e fazer parte desta equipa em momentos bons. Mas tivemos muitos momentos maus e deixamos-nos ficar por lá."

Questionado se já começa a considerar retirar-se Nash não deixa margem para dúvidas. "Não, não. Nem lá perto ando. Sempre que não estava lesionado esta época senti-me perfeitamente bem. E acho que sempre que tive oportunidade de jogar nesta equipa, fui eficiente como sempre fui na minha carreira."


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Chris Paul: Não segurámos o Bledsoe na próxima época


O base titular dos LA Clippers, Chris Paul, afirmou que Eric Bledsoe, o seu suplente, é bom de mais para estar no banco e será extremamente difícil que a equipa o consiga manter para a próxima época.  

Bledsoe está com 23 anos de idade e vive na sombra de Chris Paul, no entanto tem aproveitado ao máximo os minutos que lhe têm sido dados. O grande exemplo foi o Jogo 1 do Playoff contra os Grizzlies; Marcou 13 dos seus 15 pontos no 4º período, sem ter falhado um lançamento o jogo todo (7/7). Ah! Mais 4 assistências e 6 ressaltos.

Paul, o titular, viu do banco o espectáculo de Bledsoe e confessa que para ele não foi surpresa. "O Bledsoe é um dos melhores bases da liga." disse Chris Paul no final do encontro. "Tenho-o dito durante a época toda. Eu tenho aproveitado ao máximo cada treino com ele porque sei que será muito difícil para nós ficarmos com ele para a próxima temporada. Será pouco provável que tenhamos dinheiro para o segurar. Ele tem que ser titular."

O jovem base tem sido um catalisador vindo do banco a época toda para os Clippers e tem no seu concorrente directo o maior fã pelos vistos. Entretanto, ainda é um Clipper e a caminhada rumo às Finais acaba de começar. 

sábado, 20 de abril de 2013

World Peace: O Popovich até com mulheres ganhava!


Os Playoff ditaram o confronto entre San Antonio Spurs e os Los Angeles Lakers. Metta World Peace, jogador dos Lakers, só tem palavras de respeito e admiração para o treinador dos Spurs, Gregg Popovich.

Questionado sobre se os Lakers conseguem ultrapassar os Spurs mesmo sem Kobe Bryant, de fora por lesão, World Peace respondeu: "Se o homem conseguiu chegar à lua então nós conseguimos ganhar."

Foi melhor ter apanhado os Spurs em vez dos sempre favoritos ao título Oklahoma City Thunder? "Não, não, não, não, não." disse o extremo dos Lakers. "Não quando eles têm o Popovich. Ele é espectacular. Aquele treinador é qualquer coisa. Eu só sei que ele desenha jogadas nas quais podia ter 5 mulheres acabadas de comer 14 caixas de bolachas de chocolate e elas ganhariam na mesma. É assim que o Popovich é!"

Gregg Popovich é de facto um dos melhores treinadores da liga mas o final de época da equipa texana deixou a desejar. Com a lesão de Tony Parker, Manu Ginobili e Boris Diaw o rendimento quebrou e os Spurs perderam 7 dos últimos 10 jogos da época.

Mas Manu Ginobili já está de regresso. No último jogo da época contribuiu com 11 minutos e o líder em campo, Tim Duncan, falou do regresso do colega de equipa. "É uma diferença brutal para nós." afirmou Duncan. "Ele altera completamente o nosso jogo. Obviamente, ele tem feito isso durante anos. Tê-lo de volta, ter o seu ritmo de novo, é ter um grande factor X do nosso lado."

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Como o último dia pode mudar tudo antes do Playoff



Esta é a noite das decisões na NBA. 15 jogos, alguns bem quentinhos e com o resultado a poder decidir se seguem para os Playoff. Em alguns casos a vitória pode não ser suficiente para o apuramento. Vejamos os cenários possíveis.

O 6º, 7º e 8º lugar na conferência de Oeste continuam indefinidos. Aliás, é no Oeste que o maior número de olhos, camaras e atenções vão estar focadas esta madrugada.

Se os Lakers baterem os Rockets esta noite dariam o 6º lugar aos Warriors, ficariam em 7º e Rockets em 8º e os Utah Jazz ficariam a ver navios. Caso os Jazz vençam os Grizzlies (que já têm o 5º lugar assegurado), e os Rockets ganhem aos Lakers, então a equipa de Los Angeles ficará de fora do Playoff e os Jazz apurar-se-ão.

Caso os Rockets ganhem e os Warriors percam com os Blazzers a equipa de Jeremy Lin solidifica a 6ª posição. No entanto as televisões torcem para que os Rockets percam. Isso deixa-os na 8ª posição o que significa confronto com os Oklahoma City Thunder, ou seja, James Harden dos Rockets contra a ex equipa.

No Este os Atlanta Hawks podem reclamar o 5º lugar caso vençam os Bulls. Os Bulls por sua vez não querem deixar fugir o 5º lugar. A quinta posição no Playoff coloca-os frente aos Pacers equipa contra a qual os Bulls ganharam 3 dos 4 confrontos ao longo desta época.

Os Denver Nuggets do treinador George Karl precisam de uma derrota dos Clippers ou uma vitória em casa frente aos fraquinhos Phoenix Suns para assegurarem a 3ª posição no Oeste.A terceira posição do Oeste é a mais apetecida. Evita defrontar os duros Grizzlies na 1ªronda e caso passem, evitam os Oklahoma City Thunder de Kevin Durant.

É o tudo ou nada!

terça-feira, 16 de abril de 2013

T-Mac contido quanto ao regresso à NBA


Tracy McGrady já vestiu o uniforme dos Spurs. Os Spurs estão entusiasmados, os fãs também, a NBA agradece o burburinho que se está a fazer. O menos esfusiante é o próprio!

Quando questionado sobre o que pode trazer de novo para os Spurs, Tracy McGrady respondeu: "Bem, acho que isso é o que ninguém sabe."

"Aconteça o que acontecer, estou contente por fazer parte deste ambiente (dos Playoff). É algo que nunca presienciei quando estava na minha melhor forma." disse T-Mac

Lembre-se que Tracy McGrady nunca conseguiu passar da 1ª Ronda dos Playoff. E agora, com 33 anos de idade e repescado à liga chinesa vê essa hipotese cada vez mais próxima. Os Spurs são sempre um sério candidato ao titulo.

A última vez que tivemos o prazer de ver Tracy McGrady na NBA tinha média de 5.3 pontos por jogo em 16 minutos de média por jogo, ao serviço dos Atlanta Hawks na época de 2011-2012. Porém na liga chinesa os números têm sido mais interessantes:

25 pontos de média, 7.2 ressaltos e 5 assistências em 29 jogos ao serviço dos Qingdao Eagles.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O dinheiro gasto para não ver LeBron a jogar


Um fã afecto aos Miami Heat decidiu mostrar a sua desilusão por LeBron James ter ficado no banco no último jogo, frente aos Washington Wizards. O fã em questão decidiu deixar bem claro num cartaz o dinheiro que investiu em hotel, bilhetes e gasolina para chegar ao Verizon Center e não ver o King em acção.

Com a 1ª posição no Este e na Liga mais do que cimentada, os Heat aproveitam para descansar o trio LeBron James, Dwayne Wade e Chris Bosh antes dos Playoff. Atiram areia para os olhos da NBA, alegando que os jogadores encontram-se a debelar lesões para os poder descansar. Fogem assim a uma potencial multa tal como os Spurs levaram no inicio da época por terem feito descansar Manu, Parker, Duncan e Green sem motivo aparente.

Mesmo sem o Big Three e sem Udonis Haslem os Heat chegaram, viram e venceram os Wizards de John Wall. A questão que permanece é: Tudo bem que é um jogo contra os campeões mas 660$ dólares (502 €) por dois bilhetes num jogo dos Wizards em final de época?


terça-feira, 9 de abril de 2013

Conhecem o Larry Blocks?

O jogador dos Milwaukee Bucks, Larry Sanders, passa agora a ter direito a um site. É o Larryblocks.com e tal como o nome indica é baseado na facilidade em fazer desarmes de lançamento que tem sido a sua imagem de marca nesta época.




Os Bucks não se apuravam para um Playoff desde 2010. O ataque da equipa pode muito bem ser dominado por Jennings e Ellis mas na defesa o nome grande é o do jogador de terceiro ano, Larry Sanders que tem causado sensação na liga.

É um dos candidatos a Most Improved Player. No video de promoção do site é possível ver uma criança a reajustar blocos onde é se lê FEAR THE DEAR. 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Carmelo passa Durant como Melhor Marcador



Pela primeira vez em em 3 anos, Kevin Durant pode não ganhar o título de melhor marcador da NBA. Por pura coincidência no jogo que opôs os Thunder aos Knicks, Durant perdeu a liderança para Carmelo Anthony.

A vantagem é escassa mas Carmelo roubou a liderança na lista dos melhores marcadores da liga que tem sido ganha por Kevin Durant nas últimas 3 temporadas. Carmelo Anthony, jogador dos New York Knicks, tem agora 28.44 pontos de média por jogo, seguido pelos 28.35 de Kevin Durant dos Oklahoma City Thunder.

No confronto desta madrugada os Knicks ganharam o jogo e Melo a liderança nos melhores marcadores da liga. A luta promete ser intensa até ao final com Carmelo a fazer um final de temporada histórico.

O camisola 7 dos Knicks é o terceiro jogador na história da liga a marcar mais de 40 pontos em 3 jogos consecutivos com uma percentagem acima dos 60%. Os outros dois foram Bernard King (também ele jogador dos Knicks) e o inevitável Michael Jordan.


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Del Negro critica falta de esforço da equipa



E de repente os Clippers desataram a perder e o treinador Vinny Del Negro resolveu criticar a equipa. Os Clippers perderam 6 dos últimos 10 jogos, seguem agora com 3 derrotas consecutivas, inédito este ano.

A última derrota aconteceu frente aos Indiana Pacers por três pontos. "Jogamos muito bem na segunda parte." Disse Chris Paul. "Mas para ganhar tinhamos que ter feito um jogo perfeito. O nosso primeiro 5 foi desapontante. Jogámos sem intensidade, não os conseguiamos parar na defeasa... se não fosse o nosso banco o jogo podia ter acabado muito mais cedo."

O base e estrela maior dos Clippers apenas constatou o que o treinador Del Negro já havia salientado. O treinador da equipa de Los Angeles mostrou-se desapontado com a "falta de esforço e a falta de atenção na defesa."

"Não consigo acreditar." disse Del Negro no final do encontro. "Os titulares não mostraram esforço. Foram incapazes de nos dar um bom começo... ou algo que fosse consistente durante 48 minutos."

sexta-feira, 29 de março de 2013

Aqui ninguém corta a barba!!



Os Indiana Pacers não quiseram ser o bobo da festa. Ganharam aos Mavs e as barbas vão continuar a crescer para os lados de Dallas. "Esta noite não ia ser de certeza." disse David West, jogador dos Indiana, no final do encontro.

Os Mavericks assumiram o compromisso de não cortarem as barbas até que igualem o registo de vitórias com o de derrotas. Antes do jogo frente aos Indiana Pacers o registo dos Mavs era de 35 vitórias e 36 derrotas. Os Pacers sabiam das intenções dos texanos de cortar as barbas no final do encontro mas deixaram claro que não iam ser motivo de chacota.

Os jogadores dos Indiana disseram publicamente que admiram qualquer tipo de ideia criada pelos Mavericks, desde que lhes sirva de motivação acrescida para ganhar jogos. "Se for não cortar as barbas, que seja." disse Roy Hibbert, poste dos Pacers. "Mas nós queríamos acabar com essa história de que iria ser esta noite. Connosco não!"

A estrela dos Mavs, Dirk Nowitzki falou sobre a barba. "Agora só nos faltam mais 10 jogos, não vou fazer barba." disse Dirk. "Já estivemos 6 ou 7 jogos abaixo dos 50%. É um objectivo comum. Vamos ver até onde isto vai dar. Vamos ter um jogo durissimo contra uma equipa muito boa que acabou de ganhar a Miami (Chicago Bulls). Depois seguimos para alguns jogos fora. Vamos jogar e ver no que isto dá."

Por seu turno, o jogador dos Pacers, David West tem uma opinião muito própria sobre as barbas dos jogadores dos Mavericks. "Espero mesmo que eles se vejam livres daquelas barbas." disse West. "É que não há um deles que fique bem com aquilo. Já viram o Nowitzki? Eu já não sei se é pelo facial ou do pescoço. É só massa capilar."

Quanto ao jogo propriamente dito os Indiana venceram por 103-78. Não houve margem para dúvidas.

Kobe abandona pavilhão de muleta



A estrela dos Lakers, Kobe Bryant, deixou o pavilhão dos Milwaukee Bucks a mancar e com o auxilio de uma muleta. Na recta final da temporada a derrota frente aos Bucks já era uma má noticia por si só. Ver o Kobe de muleta torna as coisas ainda piores.

Ao que tudo indica a lesão não deverá ser séria, no entanto sabe-se que é no mesmo pé que obrigou Kobe a ficar de fora por dois jogos na semana passada.

Com Metta World Peace de fora até ao final da época, a última coisa que os adeptos dos Lakers precisavam era de mais um lesionado. Quanto menos Kobe Bryant.

Apesar da derrota frente aos Bucks, Kobe esteve mais uma vez em noite sim, marcando 30 pontos. Ficou a 4 pontos de igualar o recorde de Wilt Chamberlain como o 4º melhor marcador da NBA. Marca que deve ser ultrapassada no próximo encontro.

Lembre-se que os Lakers precisam de vitórias como se de pão para a boca se tratasse, para que se consigam agarrar ao 8º lugar do Oeste: O último lugar de acesso ao Playoff. Se os Utah Jazz e os Dallas Mavericks não ganharem os próximos jogos também ajudam a que a equipa de Los Angeles não seja ultrapassada.


quarta-feira, 27 de março de 2013

"Não há dúvidas que somos melhores que os Lakers"


Os Golden State Warriors passaram das palavras aos actos e depois voltaram às palavras para sublinhar os actos! Confuso?

Há não muito tempo alvitrou-se que os Lakers disputariam a posição 6 dos Playoff com os Golden State. Mark Jackson, treinador dos Warriors insurgiu-se de imediato dizendo que a sua equipa era muito melhor do que a dos Lakers o que tornava aquele tema absurdo.

Os Warrirors receberam os Lakers na passada segunda feira e venceram o jogo. Os 36 pontos de Kobe Bryant foram insuficientes para os 25 de Steph Curry, aliado a 10 assistências.

No final do encontro o treinador Jackson puxou da palavra. "Era uma mensagem que queiramos mandar." disse. "Eu queria que os meus miudos entendessem que somos a melhor equipa. Não precisamos de nos por em bicos dos pés para os Lakers. Temos respeito por eles e eles têm jogadores que irão fazer parte do Hall of Fame. Posto isto, é um dia diferente."

Os Golden State seguem em 6ºlugar no Oeste com a presença no Playoff em horizonte. Os Lakers seguem com 3 derrotas consecutivas e agarram-se a um 8º lugar lugar sofrido, na tabela classiicativa do Oeste.

O LA Times questionou Kobe se o panorama começa a assustá-lo: "Estou aterrorizado." ironizou o Black Mamba. "Pareço-te assustado? Nem lá perto. Esta não é a altura para sermos emotivos. Só temos que manter o equilibrio."

segunda-feira, 25 de março de 2013

Jason Terry odeia os Miami Heat e quer apanhá-los no Playoff



Depois de ter sido completamente cilindrado em campo por LeBron James, Jason Terry, revela esta semana que os Miami Heat são o seu pior pesadelo e o seu principal rival. "Nem chega a ser o LeBron. Não posso com os Miami Heat." disse Terry.

O ódio aos Heat remonta à época de 2005-06 quando os Mavericks defrontaram e perderam contra os Heat nas Finais da NBA. A equipa de Dallas liderava 2-0 em jogos e foram perder 4-2. Terry, aparentemente, não conseguiu ultrapassar a questão.



"É por serem vermelho e preto? Se calhar. Eu odeio aquelas cores. Simplesmente não posso com eles." As palavras do agora jogador dos Boston Celtics são categóricas. Não há margem para dúvida. "É-me indiferente quem está com aquele uniforme."

Por ter ido para Miami "o LeBron herdou alguma coisa para além do duelo entre mim e ele. A questão é os Miami Heat. Ele apanhou o veneno deles." afirmou o Jet.

Os Playoff estão ao virar da esquina e Terry avança com previsões. "Eu adorava ver os Miami nos Playoff para que nós pudessemos passar por cima dos campeões. Nós estamos cheios de pica. Iamos adorar apanhá-los nos Playoff. Eu acho que a certa altura vai ter mesmo que acontecer. Vamos ter que os defrontar e aí o fogo de artificio vai ser lançado."

Para o resto da liga e adeptos do mundo parece claro que os Boston estão desfalcados este ano com a lesão de Rajon Rondo. No entanto Terry não deixa que isso seja impedimento. "Estou-vos a dizer neste preciso momento: Eu adoro a minha equipa. Adoro a maneira como nos fomos construindo. Sentimos falta do Rajon Rondo, sentimos falta do Jared Sullinger, mas com a equipa que temos, nós temos uma oportunidade."

Depois de quase ter sido estrela em Atlanta, quase uma decada a suplente em Dallas e uma recente carreira nos Boston que até há data se resume em ter levado com um afundaço do LeBron em cima, Jason Terry tem uma moral muito acima da média. 

sábado, 23 de março de 2013

O que significa ganhar no Oeste?



À medida que o fim da época se aproxima e se definem os lugares de acesso aos Playoff, há um equipa que anda a incomodar muita gente. Os Lakers podem qualificar-se em último lugar (ou nem isso)...e este ano ganhar no Oeste pode significar enfrentar Kobe, Dwight, Gasol e Nash logo na primeira ronda. 

É certo que o Este também pode ditar que os Miami enfrentem os Boston ou os Chicago na primeira ronda da pós-temporada, mas essas equipas estão "depenadas" dos seus melhores jogadores e têm muito pouco para causar mossa aos actuais campeões..que até levam 25 vitórias seguidas!! 

Já no Oeste o cenário é completamente diferente: Spurs ou Thunder podem abdicar de ganhar neste final de temporada, para evitar apanhar uma equipa dos Lakers que apesar do desempenho deprimente, continua a ter 3 ex-MVP (mais Gasol e Metta World Peace) no plantel. E na NBA, já se sabe, Playoff nada têm a ver com a época regular, são séries a eliminar e uma equipa como a de Kobe e companhia sabe que tem talento para ganhar a qualquer equipa. 

A 20 e poucos jogos do final da temporada regular...o que significa ganhar no Oeste?

ps: Para isto acontecer é preciso que os Lakers ganhem jogos! Ontem Kobe e Gasol regressaram e mesmo assim perderam com os Wizards!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Dwight Howard voltou a Orlando


Um dos jogos que mais se aguardava esta época finalmente aconteceu: o regresso de Dwight Howard a Orlando. Teve lugar no Amway Center e com uma lotação esgotada os fãs dos Magic deixaram claro que Howard é "persona non grata". As vaias foram constantes.

Quem ri por último ri melhor e Dwight deu uma gargalhada bem audível com os seus 39 pontos e 16 ressaltos. Os Los Angeles Lakers levaram de vencida a equipa da Florida.

A história do jogo pode-se resumir com Dwight Howard na linha de lance livre. A antiga equipa do Superman fez uso da falta intencional para levar o poste para a linha. Tendo em conta que esse seria o seu ponto fraco.

O táctica saiu gorada e Howard estava com a mão certeira. Dwight foi 39 vezes para a linha de lance livre. Igualou o máximo de carreira. Das 39 converteu 25. Mais impressionante foi o registo da segunda parte, onde em 20 tentativas de lançamento livre marcou 16.

Pelo pavilhão foi possível ver cartazes chamando o homem da noite de "Cobarde", "Judas" e "Filho do Kobe".

Os Lakers tardaram a acordar mas seguem bem despertos rumo ao Playoff.
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