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terça-feira, 7 de outubro de 2014

O luxo em receber menos do que mais



O contracto recém assinado por K. J. McDaniels pelos Philadelphia 76ers torna oficial: Terminou o Verão mais estranho da NBA no que a contractos assinados diz respeito. A NBA está cada vez mais técnica, e um contracto assinado pode não ser sinónimo de minutos em campo, tal como um contracto de 4 anos, pode no fundo significar apenas 2, confuso?

Vejamos Josh Huestis, uma promessa que corria o risco de nem ser seleccionado no Draft, conseguiu no entanto que os Oklahoma City Thunder o escolhessem na 29ª posição. Ofereceram-lhe o contracto no valor de 1.5 Milhões de dólares, o qual rejeitou, preferindo em vez disso assinar pela D-League por uns "míseros" 25.000 dólares!

O mais mediático Alonzo Gee, pertenceu a 5 equipas diferentes desde Julho. O seu contrato de 3 Milhões-não-protegidos (Ou seja, a equipa não tem vinculo obrigatório com o jogador) tornaram somente o jogador numa valiosa moeda de troca. Os 3 Milhões-não-protegidos do contracto dizem-nos duas coisas: a equipa em questão não o vê como um jogador/activo. Vê-o sim como 3 Milhões, e esse é um bom valor para moeda de troca num futuro negócio.

Esta semana o tal McDaniels, que foi a 32ª escolha do Draft deste ano, tomou a estranha decisão de recusar um contracto de 4 anos em detrimento de um contrato de 1 ano com 0 dólares protegido (isto é, a equipa não tem obrigatoriedade de o manter e/ou pagar. É dispensável a qualquer momento). Basicamente, trocou o certo pelo incerto.

Eu sei que este assunto não é tão atractivo como o basquetebol jogado, afundanços e etc, mas esta é a NBA dos tempos que correm onde os jogadores são Bens das equipas, e Moedas de Troca, e o simples facto de estarem nas fileiras de uma ou outra equipa não significa que contem para as contas... pelo menos para as do treinador, porque o General Manager tem outras contas em perspectiva.

Sam Hinkie - Sixers GM
Os Sixers ofereceram um contracto de 4 anos ao K. J. McDaniels. Por sinal, é o máximo possível pelas regras da NBA a um rookie escolhido na 2ª ronda do Draft. Nos primeiros 2 anos ele tinha garantido um salário acima do nível mínimo que pode ser oferecido a um rookie. E nos últimos 2 anos não garantiam qualquer tipo de valor. Ou seja, podiam continuar vinculados ou não.

Este contracto faz-vos lembrar o de alguém? Faz! O do Chandler Parsons, ao serviço dos Houston Rockets, era exactamente igual. E o tiro saiu pela culatra à equipa texana. Como não havia qualquer obrigatoriedade nos últimos 2 anos, Parsons, saiu, livre, para os Dallas. E os Rockets a chuchar no dedo.

Parece absurdo mas nem é tanto assim. As equipas oferecem este tipo de contractos nos dias que correm para não sobrecarregar o tecto salarial (Cap Space) das mesmas. O contracto oferecido a Parsons por apenas 2 anos, logo por valores inferiores caso tivesse sido um contracto de 4 anos totalmente com vinculo obrigatório, não permitiria aos Rockets terem por exemplo Jeremy Lin, Dwight Howard e Harden na mesma equipa. É uma ginástica salarial à qual todos se têm que se adaptar.

Mas os Sixers e os Rockets têm mais em comum do que este contracto. O homem que o assinou ambos é o mesmo: Sam Hinkie. Era o General Manager dos Rockets aquando da chegada de Parsons à liga, e é o GM dos Sixers, agora que recebem o McDaniels.

Então mas mesmo depois de se ter apercebido que cometeu um o erro com o Chandler Parsons está neste momento a fazer o mesmo? perguntam vocês. A diferença é que numa equipa como os Rockets que querem ser campeões no imediato, não fazia sentido. Para os Sixers que querem ganhar a médio-longo prazo, pode até fazer.

Hinkie exerceu este contrato de possível-moeda-de-troca-no-futuro (chamemos-lhe assim) actualmente com Hollis Thompson, Elliot Williams, Jarvis Varnardo, Brandon Davies e Casper Ware. Caso um destes se venha a tornar num Chandler Parsons, ou seja, se algum se tornar num "craque" em dois anos, os Sixers têm uma boa moeda de troca para aliciar um jogador influente/experiente/etc para juntar ao jovem e talentoso plantel que têm. Isto tudo daqui a 2 ou 3 anos!

Os Pilhadelphia 76ers são a equipa com maior "espaço" no tecto salarial. Cerca de 50 Milhões por preencher. Isto não quer dizer que tenham dinheiro para gastar, têm isso sim, espaço no plantel para integrar um atleta que receba bons milhões, a saber: um Kobe, LeBron, Harden, Durant. Mas os Sixers estão a levar o Tanking (prática de supostamente deixarem-se afundar na tabela classificativa) ao extremo.

Há alguns casos semelhantes aos do McDaniels no passado. O jogador Carl Landry fez o mesmo também em Houston, e também com o Sam Hinkie como GM. Esteve um ano com um contracto mínimo, e assim ocupando pouco Tecto Salarial na equipa, e no final do ano de rookie, renovou por 3 anos/9 Milhões. Lavoy Allen, fez o mesmo nos Sixers. Contracto de 1 ano em 2011, e depois de uma boa exibição nos Playoff, os Sixers renovaram por 2 anos/6 Milhões.

Numa escala completamente diferente, LeBron James acabou de assinar pelos Cleveland Cavaliers por apenas duas épocas. E soou o alarme para o facto de que LeBron ao ter assinado por apenas 2 temporadas pode não estar totalmente de cabeça nos Cavs. E no fundo é só uma Win-Win situation. O LeBron sabe que vai ficar, e deve ter dado a palavra de que fica, mas ao assinar por só 2 anos, liberta Tecto salarial para a chegada de outros jogadores, igualmente bem pagos. Kevin Love, Shawn Marion, Kyrie Irving (este último antevendo renovação).

Os anos nos dirão se os Sixers foram prudentes, até lá vamos tentando ler as implicações das negociações na teia da NBA; quem beneficia e quem perde, neste constante assina não-assina por um ano ou por quatro! 

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Quem fica de fora do Campeonato do Mundo



Os holofotes da NBA estão desligados e o foco do basket mundial está centrado no Campeonato do Mundo a realizar-se em Espanha na primeira quinzena de Setembro. No entanto, no que diz respeito aos melhores jogadores do mundo, a competição vai estar ligeiramente desfalcada.

Grande parte dos jogadores que jogam na NBA disse não à presença no campeonato do mundo. Por este motivo ou por outro, grandes selecções mundiais seguem marcha para apurar quem é a melhor do Mundo privadas das melhores armas.

Jogadores da NBA ausentes do Campeonato do Mundo:

Argentina - Manu Ginobili (Spurs) e Carlos Delfino (Bucks)
Australia - Andrew Bogut (Warriors) e Patty Mills (Spurs)
Brasil - Bruno Caboclo (Raptors), Victor Faverani (Boston), Lucas Nogueira (Raptors)
Republica Dominicana - Al Horford (Hawks), Charlie Villanueva (Pistons)
França - Alexis Ajinca (Pelicans), Joakim Noah (Bulls), Tony Parker (Spurs), Kevin Seraphin (Wizards), Ronny Turiaf (Wolves)
Grécia - Kostas Koufos (Grizzlies)
Nova Zelândia - Steve Adams (Thunder)
Porto Rico - Maurice Harkless (Magic), Ricky Ledo (Mavericks), Shabazz Napier (Heat)
Servia - Ognjen Kuzmic (Warriors), Nemanja Nedovic (Warrirors)
Eslovénia - Beno Udrih (Grizzlies)
Turquia - Ersan Ilyasova (Bucks), Enes Kanter (Jazz), Hedo Turkoglu (Clippers)
EUA - Carmelo Anthony (Knicks), LaMarcus Aldridge (Blazzers), Blake Griffin (Clippers), LeBron James (Cavaliers), Chris Paul (Clippers), Kevin Durant (Thunder), Kevin Love (Wolves), Russell Westbrook (Thunder), Deron Williams (Nets), etc

Não podem ir todos, é óbvio. E alguns estão mesmo lesionados. Mas se todos os jogadores que integram esta lista fossem o basket e o campeonato do mundo seria diferente para melhor.

Há no entanto excepções. Por exemplo o México vai levar ambos jogadores que jogam na NBA: Gustavo Ayon (Hawks) e Jorge Gutierrez (Nets).

A Lituânia também vai levar os dois jogadores que jogam na NBA: Donatas Motiejunas (Rockets) e Jonas Valanciunas (Raptors).

O Senegal leva Gorgui Dieng (Wolves). A Espanha vai com a força toda e leva os irmãos Gasol (Grizzlies, e Bulls), Serge Ibaka (Thunder), Ricky Rubio (Wolves), Jose Calderon (Knicks), Victor Claver (Blazzers).

A Croácia leva Bojan Bogdanovic (Nets) e Damjan Rudez (Pacers), e a Finlândia Erik Murphy (Cavaliers).

Jogadores à parte, os Estados Unidos partem no lugar de favorito e qualquer regresso que não contemple o primeiro lugar na competição será uma desilusão. 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Dieta dos Paleo Quilos



Um Verão inteiro a comer fastfood e a descurar uma alimentação regrada já foi o cenário idílico dos atletas de alta competição que integraram a NBA. Há nomes que nos assaltam a memória em segundos, e nomes com vários quilos: Oliver Miller? Shawn Kemp?

LeBron e Carmelo publicaram nos últimos tempos fotos onde é possível ver-mos que ambos perderam peso nesta pré-época. Não estou a falar dum quilo ou dois, mas de peso considerável. Arriscaria dizer aliás que Carmelo Anthony está na sua melhor forma física, pelo menos aparenta.

Dieta Paleo - É o nome deste segredo por detrás das fotos que depois de ter chamado à atenção de toda gente com LeBron e Melo, começa também a ganhar adeptos em Steven Adams, James McAdoo e Metta World Peace, entre outros.

A Dieta Paleo é baixa em carboidratos e sem açúcar. Basicamente, resume-se numa alimentação semelhante à dos nossos antepassados que viviam no paleolítico - carne, frutas, vegetais, nozes, e tudo o que pudessem encontrar vindo da terra.

Todos nós sabemos que tudo o que LeBron James faz ganha uma projecção acima da média. Ele é o melhor General Manager da NBA. Depois de anos de convívio com Ray Allen, LeBron James decidiu juntar-se à Dieta Paleo. E a questão para converter qualquer atleta é muito simples: se tivesses um carro de Formula 1 atestavas com a gasolina mais barata, com misturas e etc? ou atestavas com a Premium melhor do mercado? A comida para um atleta de alta competição funciona da mesma maneira, e a partir do momento em que LeBron assimilou esta ideia, passou de suspeito a convencido.

O treinador e campeão Olimpico de Triatlo, Joel Friel aconselha e incentiva os seus atletas olímpicos a seguirem a Dieta Paleo. "Tem uma vantagem enorme na resistência dos atletas devido à redução do excesso de peso que carregas, logo tornas-te mais rápido."

No entanto Blair O'donnovan represante da Nike Stornger Team and the Head Strengh & Conditioning destaca os malefícios desta dieta. "O LeBron não tem mais do que entre 5 a 7% de gordura no corpo portanto ele não tem massa gorda para perder. E para um jogador que deu um ênfase tão grande ao facto de querer ser dominante a poste baixo, eu acho que a perda de peso só o vai prejudicar a longo prazo."

Ainda O'donnovan, "Esta dieta pode tornar o nosso sistema imunitário mais débil, pode afectar a nossa digestão e os nossos níveis de energia, e isto tudo pode resultar num fraco desempenho em campo."

Posto isto, O'donnovan ressalva que a dieta faz o atleta, e se pensarmos em termos práticos quem tinha mais talento Steve Francis ou Derek Fisher? Acho que a resposta será unânime, mas quem teve uma carreira melhor e mais duradoura? Esta também será unânime. Os maus hábitos de Francis ditam a unanimidade desta última resposta.

O campeão da NBA pelos San Antonio Spurs, Aaron Baynes, é um dos adeptos da Dieta Paleo, "Alterar a minha dieta foi a melhor coisa que fiz para melhor o meu desempenho em campo nos últimos 4 anos."

O aspecto positivo desta onda em torno da dieta do Carmelo e do LeBron é o afastamento da ideia de desleixo e de descontracção que os atletas da NBA transmitiam durante a off-season. Tivesse esta moda chegado mais cedo e os tempos de Vin Baker, Robert Traylor, ou até mesmo Baron Davis tinham sido mais elegantes!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Ele é assim tão bom?



Kevin Love para os Cleveland Cavaliers? A transferência só pode ser consumada após dia 23 de Agosto. Até lá paira a dúvida. Mas há espaço para outra dúvida: Esse tal de Kevin Love que já joga na NBA há 6 anos e nunca conseguiu chegar aos Playoffs é assim tão bom?

É, e a explicação convence qualquer um.

Desde Maio até Agosto, Love tornou-se no jogador mais falado na NBA (à parte de LeBron) sem ter jogado qualquer jogo. E quando os Golden State Warriors pensaram em trocar David Lee e Klay Thompson por Love chegou a altura de questionar: Ele é assim tão bom?

É!

Na temporada passada o tal Kevin Love acabou com médias de 26.1 pontos, 12.5 ressaltos e 4.4 assistências. Só Kareem Abdul Jabar, Wilt Chamberlain, Elgin Baylor e Billy Cunningham conseguiram o mesmo numa época. Há 38 anos que um jogador não conseguia ter estas médias combinadas. Nem Bird, nem Barkley, Malone, Jordan. Ninguém em 38 anos.

Love acabou o 2014 com 26.9 PER (Player Effiency Rating - Principal estatística tida em conta na eleição dos melhor jogador da NBA, no que respeita a pontos.) O mesmo que Tim Duncan em 2003 quando foi considerado o MVP da NBA; melhor que Barkley quando foi MVP em '93; melhor que os 3 MVP's de Larry Bird.

O problema são os Minnesota Timberwolves. Não a cidade, não a equipa, mas o conjunto de factores que engloba treinador, staff, jogadores, etc. O valor de Kevin Love é gritante.  

Ainda em 2014, Love teve média de 6.6 triplos por jogo. Relembro que ele é poste, posição 4 para nós europeus, Power Forward na NBA. Ou seja, é atípico na sua posição lançar de 3, quanto mais figurar na 4ª posição dos melhores de 3 pontos da liga actualmente, a par de James Harden e Klay Thompson. A média de 6.6 é uma coisa, a percentagem é outra diferente. Lançar muitas vezes qualquer um consegue, acertar muitas é outra conversa. A percentagem de Love foi de 37.6% - Melhor que Ray Allen, James Harden e Chandler Parsons. 

Este mesmo atirador foi ainda o 3º melhor ressaltador da NBA na época transacta. Love terminou a época 2014 com média de 12.5 ressaltos como já referi, e foi um dos 41 jogadores que marcou mais de 500 triplos numa só época. Desses 41 Love é o único com mais de 9 ressaltos por jogo.

Continuamos na temporada passada. Os Wolves têm um registo de mais de 6.1 pontos a mais do que o adversário quando Kevin Love está em campo, e um registo de menos 5.6 pontos quando não está em jogo. A influência dele em campo reflecte-se em quase 12 pontos de vantagem para a equipa!!

O problema é a equipa, a estrutura, os Minnesota Timberwolves, E se Love não tem tido o hype que lhe é devido é porque joga numa loosing-team.

Já falei nos 26.9 PER dele que deixa por terra nomes grandes da história da NBA. Mas o feito é ainda maior se pensarmos que ainda não atingiu o topo da sua capacidade atacante. O maior PER de Duncan foi na sua 7ª temporada (27.1), Bird foi na 9ª (27.8), o Dirk na 8ª (27.8), Barkley na 7ª (28.9), Garnett na 9ª (29.4), Karl Malone na 12ª (28.9). Até o pico ofensivo de carreira de Kevin Durant foi na 7ª temporada (29.8). Kevin Love acabou agora a sexta época. 

Bird, Duncan e Malone nunca falharam os Playoffs. Dirk falhou nas suas duas primeiras épocas, depois atingiu durante 12 anos consecutivos. Barkley falhou os Playoff 2 vezes nas primeiras 15 épocas (1988 e 1992). Kevin Durant vai em 5 épocas seguidas de Playoff. Bem, as não presenças de Kevin Love já foram mencionadas.

A primeira questão ficou respondida. Agora a questão que se põe é: Porquê que o sucesso individual de Kevin Love não se reflecte colectivamente? Vai ser diferente quando (SE) chegar aos Cleveland de Kyrie Irving e LeBron James? 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

E agora Indiana Pacers?



E agora Paul George? A lesão do PG deixou o mundo do basket a questionar imensas coisas. E nenhuma dessas questões tem que ver com a gravidade da lesão. Essa é grave. É tão grave que podemos não voltar a ver Paul George em campo nos próximos 12 a 18 meses. E como ficam os Indiana Pacers? Essa é uma das questões que se pode fazer.

Sim, as tabelas do malfadado campo de treinos do Texas estão mais próximas da linha final do que as tabelas oficiais da NBA. Foi por causa disso que se lesionou? É compreensível que se foquem atenções e que se procurem culpados numa primeira fase - a da revolta - mas foi azar. "Faz parte do jogo.", tal como disse Damian Lillard, base dos Trail Blazers, companheiro de Paul George na Seleção Americana.

Uma questão importante é, Em que estado ficam os Indiana Pacers? Vão ser reassercidos por terem perdido a sua estrela maior? E as aspirações ao titulo? 

Um ponto está assente: Preparem-se para ver Paul George só lá para Fevereiro de 2016!! Outro ponto assente: a lesão do PG não tem nada que ver com as lesões do Jay Williams ou do Shaun Livingston. Não rompeu ligamentos, nem nada parecido, por isso, ele pode voltar em grande. Volta é 2 anos mais velho, sem ritmo, esperemos que forte psicologicamente.

Os Pacers terminaram a época passada em total descarrilamento depois de uma fase inicial promissora. A equipa que por três anos consecutivos caiu aos pés dos Miami Heat nos Playoff, encarava a próxima época com maior esperança, depois de LeBron James ter abandonado os Heat. A lesão de Paul George altera esta perspectiva drasticamente. O facto de LeBron ter abandonado os Heat, deixou de ser bom para os Pacers, passou a ser mau. 

Os Indiana perderam o seu franchise player, e por muito que nos custe, ficaram uma equipa banal. Os dois jogadores capazes de criar perigo a partir do drible de frente para o cesto desapareceram. Lance Stephenson rumou a Charlotte, e o Paul George.... Agora até o Danny Granger dava jeito.

David West / Roy Hibbert / George Hill / Frank Vogel
O Este está mais forte com LeBron em Cleveland, Derrick Rose de volta aos Chicago Bulls mais Pau Gasol, Wade e Bosh mantêm os Heat competitivos, os Raptors são finalmente uma equipa, os Knicks têm Phil Jackson, e os Pacers parecem ter dado um passo involuntário para trás. 

Os Pacers vão poder usar a cláusula do "Disable Player Exception" e os cap space do Paul George desaparece. A equipa vai poder preencher este espaço, e inclusive o nome de Shawn Marion já anda nas bocas do mundo. Há espaço para ocorrer trocas. 

Tentando prever o que vai na cabeça de Frank Vogel, treinador dos Pacers, é impossível determinar em quem a equipa vai recair para aguentar os 82 jogos. Em George Hill? David West? Roy Hibbert? Vão usar a formula dos Bulls há duas épocas quando se viram sem o MVP Derrick Rose? Mas esses Bulls tinham banco, os Pacers não. Nem um defesa do ano como Noah!

O George Hill desapareceu na época passada quando a equipa mais precisou sendo incapaz de produzir jogo após jogo com mais de 10 pontos. Roy Hibbert teve um ano atípico quando toda a gente antevia o ano de afirmação. O David West tem de facto o respeito e o reconhecimento da equipa e da liga, mas também tem 34 anos e vai ganhar 24.6 Milhões no decurso dos próximos 2 anos. Teríamos coragem para apontar o dedo ao Larry Bird, como presidente, se quisesse implodir a equipa e começar tudo de novo, com caras novas?

Não é expectável que isso aconteça. Não é o estilo dele. A história mostra-nos que nunca no seu ciclo como presidente dos Pacers isso aconteceu. Será agora?

Ou então os colegas de Paul George nos Pacers dão uma excelente reposta este ano e este texto deixou de fazer sentido.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Baixar salário? Absolutamente ridiculo


A Free Agency não tem deixado ninguém indiferente com nomes sonantes a trocarem de equipas. Tomemos como exemplo o maior nome de todos, LeBron James, que deixou Miami por Cleveland. Pois bem, na penumbra desse nomes, e mesmo antes de LeBron ter assinado pelos Cavs, outro jogador com muito menos peso na NBA tinha deixado a equipa da sua terra natal.

O atirador Channing Frye deixou os seus Phoenix Suns para trás e abraçou uns belos 32 Milhões (dólares) por 4 anos ao serviço dos Orlando Magic. A oferta dos Magic é razoável para um atirador, de 2.11m, que obriga os postes adversários a terem que vir cá para fora defende-lo, logo liberta mais espaço para as penetrações dos bases e extremos. Era isso que os Magic queriam. E agora têm.

Para trás ficou a terra natal. Cresceu em Phoenix, estudou na Universidade do Arizona, em 2005 entra para a NBA (Knicks), mas só em 2009 torna o sonho realidade e é contratado pelos Phoenix Suns. 

No Verão de 2012 foi detectada uma anomalia no coração de Channing Frye quando fazia os exames protocolares de inicio de época. Foi obrigado a parar e a sua carreira chegou a estar em risco. Devido à sua paixão pelo jogo aceitou o convite de comentador local dos Phoenix Suns durante o interregno. Mais tarde havia de regressar ao campo, tornando-se um jogador mais influente do que anteriormente. 

Tudo isto torna Channing Frye intimamente ligado aos Phoenix Suns mas quando os Orlando Magic abanaram com um cheque de 32 Milhões, a cabeça decidiu, não o coração.

"A pergunta que eu faço sempre é "aceitavas um desconto pela tua equipa (da cidade natal)?", questionou Frye. "As pessoas que respondem sim são absolutamente ridículas. Vamos dizer que o mercado avalia-te em 10 Milhões e tu aceitas os 5 da casa. No dia seguinte és trocado, e aí pensas "Porra, porquê que não aceitei os 10?".

Frye continua, "Pensem nisso, a nossa carreira é bastante curta. Por que não ir para um outro lugar onde te vão dar valor e podes fazer parte do futuro da equipa? As pessoas dizem-me "Aceita a redução de salário (dos Suns)", Porquê? Eu tenho 31 anos. Porquê que eu faria uma coisa dessas? Eu não estou a pedir 15 Milhões por ano. Eu não sou doido. O mercado é que dita as regras e eu aceitei o melhor negócio."

A verdade é que os Suns não fizeram nenhuma contraproposta, e viu-se obrigado a deixar uns Suns claramente em crescendo para rumar à Florida, nuns Magic em fase de reconstrução. E aquando da pergunta se estava magoado pelos Suns não terem feito uma contraproposta, respondeu:

"Estou. Um bocado. Mas sabem que mais? Eu não tenho que concordar com tudo que eles fazem (Direcção dos Suns), e eu também não sei de tudo que se passa nos bastidores. Eu adoro o pessoal com quem joguei. Eu adoro o Jeff (Hornacek, treinador) e adoro a equipa técnica."

A decisão de Channing Frye é mais do que aceitável. Ele que ganhou 35 Milhões no decurso dos últimos 9 anos, vai agora receber quase o mesmo (32) por 4.

Estamos numa era em que os General Managers olham para estes jogadores "secundários" como bens, como possíveis trocas, como activos, não vejo qual o mal dos jogadores, sejam eles LeBron James ou um Channing Frye, rumarem à cidade natal, ou o inverso, porque lhes é financeiramente mais apelativo. 

sábado, 12 de julho de 2014

LeBron James decidiu, e agora?



Depois do terramoto que a notícia do regresso a Cleveland de LeBron causou, vem a serenidade. A poeira assenta e passa a ser possível analisar com mais discernimento no que a NBA se vai tornar na próxima(s) temporada.

Os Cavs conseguiram trazer o melhor jogador do planeta para casa e agora os 4 anos em que LeBron esteve fora afinal não parecem assim tão maus. Em 3 dos 4 anos os Cavs conseguiram ficar com a pick n1 do Draft e sacaram Kyrie, Bennett e Wiggins.

O mal amado LeBron James parece ter para sempre o rótulo de traidor, fazendo-se crer que é único jogador que trocou de equipa em busca de títulos, sendo no fundo ele, um entre muitos que fizeram o mesmo.

Charles Barkley fez o mesmo quando se juntou a Olajuwon e Drexler em Houston. Pippen fez o mesmo quando se junta aos mesmos Rockets. Karl Malone e Gary Payton fizeram o mesmo quando se juntaram a Kobe e Shaq nos Lakers. Oscar Roberston (MVP em '64) só ganha o título de campeão quando se junta a Kareem Abdul Jabar nos Milwaukee. etc

Depois vieram as Finais contra Dallas, já ao serviço dos Miami Heat, e LeBron passou a ser o LeChoke. Aquele que não decide no "crunch time", o incapaz de "impor a sua vontade", o King without a ring". E a fama de que nos holofotes do Playoff ele desaparecia ganhou contornos ridículos.

A liga esqueceu-se dos 25 pontos consecutivos contra os Pistons; Esqueceram-se que nos Playoff 2009 teve média de 35.3 pts, 9 ress, 7ass em 14 jogos; Esqueceram-se das médias de 38-8-8 contra Orlando em 2008;

A NBA já não conseguia falar sobre LeBron com discernimento.

De uma forma mais madura, o oposto da decisão em 2011, LeBron decidiu qual seria o seu novo clube, numa carta aberta publicada na Sports Ilustrated. Refere a família, a proximidade à sua fundação e aos amigos como pontos fundamentais da sua decisão. Refere também que nunca lhe passou pela cabeça trocar os Miami Heat por outra equipa que não os Cavs.

Do dia para a noite os Cavs passaram a ser a equipa preferida a ganhar o campeonato.

Após a decisão 2.0, as restantes equipas da NBA seguem caminho, as pedras do dominó começaram a cair. Chris Bosh, ao contrário do que a imprensa americana afiançava, não assinou pelos Rockets. Disse não aos 80M por 4 épocas dos Rockets, e disse sim aos 120M dos Heat por 5 épocas. Ele sim, vai ser a cara dos novos Heat.

Os Heat devem reassinar com Wade, embora este tenha sido sondado pelos Bulls segundo jornais locais de Chicago. E dependendo dos números dos contractos de Wade e Haslem, os Heat ainda podem ir buscar alguém com uma margem de negócio a rondar os 14M. Não dá para um Carmelo Anthony, mas pode dar para um Trevor Ariza, um Luol Deng ou até mesmo um Lance Stephenson! Podem ainda ir atrás de um Center puro, sem LeBron faz mais sentido ter um guarda redes agora.

A nega de Bosh a Houston é péssima para a equipa. Eles que já tinham libertado espaço com a troca de Jeremy Lin e uma pick de primeira ronda para os LA Lakers. E antes disso já tinham enviado Omer Asik para New Orleans. Bosh, teria encaixado na perfeição com Dwight Howard e Harden. Mas Bosh adora o estilo de vida em Miami, e tal como todos nós, é capaz de ter visto um video ou dois da defesa de Harden.

Nas próximas horas (dia e meio) as trocas e contractos terão que ser finalizados e por isso as peças começaram por encaixar. Carmelo, Bulls ou Knicks? Os Lakers ficam com esta equipa de nível D-League ou vão buscar mais alguém depois da recusa de Pau Gasol em reassinar?

Os próprios Cavs ainda vão reajustar o roster e LeBron pode ter peso nas próximas vindas. Fala-se do Mike Miller e/ou Ray Allen. 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

LeBron James por fio - Heat ou Cavs



O mundo da NBA está em alvoroço e o culpado é o do costume: LeBron James. O King é Free Agent há 11 dias, e ainda não deu sinais de onde possa vir a jogar na próxima época. As opções mais prováveis são a renovação com os Miami Heat ou o regresso aos Cleveland Cavaliers.

Rich Paul, agente de LeBron James, reuniu-se com mais equipas além dos Heat e Cavs. Phoenix Suns, Dallas Mavericks, Houston Rockets e Los Angeles Lakers todos tiverem o seu tempo de antena com o representante do King.

É sabido que LeBron passou a ser pessoa non-grata em Cleveland quando os deixou na mão em 2011 ao não ter renovado. Como sempre o tempo ajuda a serenar os ânimos, e o facto de existir esta remota hipótese de o King poder voltar ao trono do berço, fez com que passasse de besta a bestial mais uma vez.

Os Cavs não querem dúvidas desta vez e já andam a limpar a casa para que LeBron saiba que as condições estão montadas para que possa lutar por um título em Cleveland. A superestrela Kyrie Irving está mais do que estável após ter renovado contracto; Anderson Varejão, que tem uma relação próxima com LeBron, está decidido que não sairá. A opção número 1 do Draft, Andrew Wiggins, tem um futuro promissor; E por fim, caso LeBron assine, os Cavs vão tentar resgatar Kevin Love, também ele Free Agent.

Por outro lado LeBron sabe que em Miami jogou 4 anos, em todos chegou às Finais, e por duas vezes sagrou-se campeão. Não é por morrer uma andorinha que acaba a primavera. Não é por terem perdido nas Finais da época passada que é necessário desmantelar a equipa, e seguir cada um o seu caminho. Por cada um entenda-se LeBron, Bosh e Wade.

Contudo, há muita gente dependente da decisão de LeBron. Jogadores, dirigentes, etc. Por exemplo Chris Bosh, colega de equipa de James em Miami, tem neste momento uma oferta em cima da mesa por parte dos Houston Rockets. Mas o mesmo já fez saber que prefere jogar com LeBron, mesmo que isso implique receber menos dinheiro. Não menos dinheiro do que na temporada passada ao serviço dos Miami, mas menos dinheiro que os Rockets lhe possam oferecer.

Seria interessante ver Bosh, Dwight Howard e Harden na mesma equipa.

Outro jogador dependente desta tapalhada toda é Chandler Parsons. Parsons não conhece outra cor na NBA se não a dos Rockets. É Rocket desde 2011 mas no final desta época ficou Free Agent. Os Dallas Mavericks, sabendo do impasse dos Rockets, ofereceram a Parson um contracto de 46M.

Caso os Rockets igualem a proposta dos Mavs, Parsons regressa a Houston, mas como os Rockets estão à espera da decisão de Bosh, que por sua vez está à espera da decisão de James, nada pode ser oferecido a Parsons até que haja decisões!!

Cada uma das equipas envolvidas na decisão de LeBron, seja directa ou indirectamente, tem o futuro indefinido.

LeBron já confirmou que vai estar presente na Final do Campeonato do Mundo no Brasil para assistir ao Argentina x Alemanha. Há o rumor na NBA de que LeBron vai divulgar qual a equipa onde vai jogar nas próximas épocas antes de seguir viagem para a Final.

Resta-nos aguardar. A decisão pode estar por horas. 

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Free Agency - Pagas tu ou saio eu?



Muito se passou desde a nossa última publicação no #passaecorta. Os Spurs foram campeões após cilindrarem uns Heat apáticos. Ganhou a melhor equipa, e agora baterias apontadas à próxima época. Fica um Draft no retrovisor (o melhor dos últimos 20 anos? tempo dirá) e a Free Agency à nossa frente.

Esta #Free Agency tem as condicionantes todas para ser interessante. Os crónicos Lakers e Celtics em remodelação, reconstrução, e mais coisas que tais. LeBron, Wade, Bosh, Love, Carmelo, entre outros, à solta como jogadores livres à procura da melhor solução, financeira e desportiva. 

Cada caso é um caso no que toca a jogadores, cada equipa tem as suas aspirações e limitações. 

Comecemos pelo inevitável LeBron James. Através de um comunicado do agente, LeBron mostrou-se disponível para a Free Agency, quase 2 semanas antes do inicio da Free Agency - 1 de Julho. A opinião geral é a de que com essa posição, James quis mostrar aos Miami Heat, directamente ao Pat Riley, presidente, que ele quer estar rodeado de uma melhor equipa, e quer, no mínimo, sentir que os Miami estão a lutar por isso. Terem selecionado o Nappier no Draft foi o primeiro passo. 

É notícia hoje que o agente de LeBron James vai-se reunir com os Cleveland Cavaliers. Equipa que o recrutou para a liga em 2003, de onde ele é natural, e também a equipa que ele deixou ficar na mão ao não renovar contracto em 2010.

A reunião pode ficar eternamente por isso mesmo: uma reunião. Mas LeBron está disposto a ouvir o que as outras equipas têm para oferecer. Wade e Bosh, companheiros de LeBron nos Heat, sentem-se por isso, no mesmo direito, e podem também eles, começar a ouvir propostas de outras equipas (se já não estão.) Caso aconteça (ou esteja a acontecer), há uma avalanche em acção e o caso fico escuro para os Heat.

O Carmelo Anthony é um Wild Card. Foi o melhor marcador da época passada, joga pelos New York Knicks, ou seja, num big market, na sua cidade de eleição, onde fez a faculdade. É o rosto dos Knicks. Mas é o rosto de uns Knicks que nem aos Playoff chegaram na época passada.  

É inegável o valor ofensivo de Carmelo, porém o defensivo pode ser questionado. Em 9 épocas na NBA esta é a primeira em que a equipa onde joga não se qualifica para o Playoff. Será Carmelo um George Gervin? (9épocas na NBA ao serviço dos Spurs, 3 vezes melhor marcador da NBA, zero presenças em Finais).

Carmelo é um jogador livre este Verão, mas parece ainda ter um pé e a cabeça nos Knicks. Os Lakers ofereceram-lhe 96 Milhões (dólares) por 4 anos, os Knicks responderam no dia seguinte com o máximo que podiam oferecer: 125 Milhões por 5 épocas. 

O Presidente dos Knicks é Phil Jakcson, treinador que levou Michael Jordan a ganhar 6 campeonatos, e os Lakers de Kobe mais 5. Phil Jackson tem peso na decisão de Melo. Peso positivo. Contudo o novato Derek Fisher como treinador, pode contrabalançar a decisão. Estará Melo disposto a uma primeira época de testes? Ninguém sabe o real valor de Fisher como treinador. 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Se eu ficar também ficas?



Há 3 anos LeBron James juntou-se aos Heat e passou a ser um dos pupilos de Erik Spoelstra. Era questionável quem estaria à época debaixo de maior pressão, se o Chosen One, se o Coach One. LeBron acabava de tomar a "Decision" que incendiou a NBA, Spoelstra recebia o futuro MVP de braços abertos com esperança de conseguir domar a fera.

Spoesltra nunca quis criar um laço de amizade com LeBron. A abordagem do treinador com o jogador nunca foi serena, chegando a ser notório em campo o mau estar entre ambos.




Alturas houve em que se pôs em causa a figura do Presidente dos Heat Pat Riley. Estaria na altura de Riley ir ao balneário puxar dos galões, ele que já foi treinador campeão na liga, e mostrar a fórmula do sucesso a Spoelstra? O Coach Spo aguentou-se à bronca e hoje em dia já ninguém duvida do seu valor após 3 presenças consecutivas nas Finais da NBA e dois anéis de campeão.

"LeBron sabe que agora tem um treinador de elite a treiná-lo e talvez o cenário não fosse o mesmo quando ele chegou lá." disse uma fonte próxima ligada aos Heat. LeBron colocou Spoesltra no mapa, mas Spoelstra tornou LeBron campeão.

Como diria o 4 vezes campeão da NBA Gregg Popovich treinador dos Spurs, "Esta é uma liga de jogadores. É importante que o treinador assegure que os jogadores acreditam 100% que esta liga é sobre eles. É um privilégio treinar estes miúdos. E ainda nos pagam bem."

James encontra-se no último ano de contracto e o Coach Spo quis deixar bem claro que se é estabilidade que o King quer, vai tê-la em South Beach. O treinador dos Heat renovou por mais 4 temporadas. Ainda antes da bola começar a rolar Spoelstra foi o primeiro a dizer "I do". O desfecho desta época pode ser determinante, mas permanecerá LeBron em Miami em 2014-15?


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

"Ganhava ao Lebron mas ao Kobe não sei..."

Já toda a gente sabe que o Jordan quando fala é para dizer coisas importantes ou para lembrar a NBA de quem é o melhor jogador de todos os tempos. Numa entrevista aos produtores do jogo 2K14, Jordan aproveitou para relembrar a todos quem ele é e quem foi!

"Na minha melhor forma gostava de ter enfrentado Jerry West, Elgin Baylor, Kobe Bryant, Lebron, Wade, Carmelo (todos na melhor forma). Para começar esta lista era boa...e acho que não perdia com ninguém. Bem, se calhar com o Kobe porque ele rouba as minhas jogadas todas!"





PS: Na entrevista Jordan fala também de uma vez que teve que dar uma lição ao O.J Mayo! Vejam o vídeo dessa lição!


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Wade pede respeito a Kevin Durant


Durante uma entrevista levada a cabo esta semana foi dito a Kevin Durant que a revista norte-americana Sports Ilustrated publicou uma lista dos 10 melhores jogadores da NBA. LeBron James em primeiro lugar: limpinho! Kevin Durant no encalço em segundo lugar... Dwayne Wade em oitavo e nada de James Harden até ao décimo posto. Durant não gostou!

Durant defendeu o ex-colega de equipa e actual estrela dos Houston Rockets, James Harden. Para Durant Harden merece figurar nesta lista onde Wade, na sua opinião, é discutivel.

Dwyane Wade, colega de James nos Miami Heat, não perdeu tempo e via Twitter e via Instagram fez saber a sua opinião:


11 minutos após a publicação do número 3 de Miami, Durant fez também ele, uso da sua conta Twitter para responder:

"Mostra-me, não me venhas com tweets."

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Alcunhas nas camisolas?



A NBA está a considerar colocar as alcunhas dos jogadores nas camisolas de jogo em vez de os tradicionais nomes. Conversações entre responsáveis da liga e de algumas equipas, nomeadamente os Miami Heat e os Brooklyn Nets, já tiverem lugar na semana passada.

A liga norte-americana visa desta feita apostar forte no merchandising. Depois de camisolas personalizadas no âmbito da semana latina, retro, com mangas, cores alternativas, chega a altura de inovar no capitulo dos nomes.

Uma fonte ligada à liga libertou a informação de que a liga teve reuniões com os Heat e os Nets no sentido de serem usadas estas jerseys experimentais com as alcunhas nas costas dos jogadores num dos quatro jogos que irão opor estas equipas nesta época.

Ray Allen, um veteranissimo da NBA, e actual jogador dos Miami Heat já deu o seu parecer: "Só mostra que a liga está a crescer e a adaptar-se ao que se passa ao nosso lado."

O extremo dos Heat confessou piscar o olho à alcunha Shutlesworth caso isto venha a acontecer. Nome que o celebrizou no inicio da sua carreira quando integrou o filme "He Got Game" dirigido por Spike Lee onde contracenou com Denzel Washington.

"Os fãs vão gostar de certeza tal como a maioria dos jogadores." disse ainda Ray "Jesus Shutlesworth" Allen. "Os jogadores vão tirar grande gozo disto."

Aguardemos confirmações mas fervilha na cabeça dos fãs a hipótese de vermos já esta época o jogo que pode opor "King James" a "The Truth" ou "The Jet". Com "Birdman" a sair do banco! E um matchup entre "KG" e o "UD".

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

3 anos e os Cleveland ainda não perdoaram LeBron!



Já se passaram 3 anos desde a polémica decisão de LeBron James de deixar os Cleveland Cavaliers rumando a South Beach para representar os Miami Heat. 3 anos volvidos já era tempo suficiente para as águas terem serenado entre Cleveland e LeBron, certo? Aparentemente não. Os Cavs ainda não perdoaram o King.

O site oficial dos Cleveland Cavaliers publicou uma foto galeria onde ilustra o melhor jogador por número. Quando se chegasse ao número 23 estava bom de ver que a escolha seria óbvia: LeBron, pensávamos nós!


Afinal a escolha recaiu em Tyrone Corbin. Corbin foi o melhor número 23 a passar pela equipa de Ohio, pelo menos assim o consideram para aqueles lados.

Que os fãs continuem a apupar LeBron sempre que os Heat lá vão jogar é compreensível, agora que a instituição não reconheça que LeBron foi o melhor jogador que por lá passou é triste. 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

LeBron James: Ficar o resto da carreira em Miami era o ideal!



O King em pessoa, LeBron James pronunciou-se em relação ao Draft do próximo ano. Sim, esta época ainda nem começou e já se fala do próximo Draft. A razão é simples: LeBron está no último ano de contracto e ninguém sabe se fica ou abandona Miami.

"Eu não faço ideia nenhuma." disse LeBron se fica ou não em Miami. "Eu adoraria passar o resto da minha carreira em Miami com esta equipa fantástica, com esta organização fantástica enquanto competimos por campeonatos. O ideal seria isso."

Até agora os Heat não deram motivos a James para chamar aos Heat outra coisa se não "organização fantástica." 3 idas às Finais, 2 campeonatos ganhos, 3 títulos de campeões do Este.

Contudo, quanto mais James fala mais confuso o cenário fica para os adeptos de Miami:

"Mas nós não sabemos o que pode vir a acontecer no final desta época. Essa é a natureza deste negócio. É a natureza do não saber o que o amanhã nos pode trazer. O que eu quero dizer é, quando eu era miudo, eu nunca pensei que os Bulls iam ceder. Nunca. Se me tivessem dito que o Jordan e o Pippen não iam jogar juntos até ao final das suas carreiras eu teria pensado que essa pessoa estava doida. e o Phill Jackson não ia ser o treinador deles? Eu olhava para vocês a pensar que estavam doidos. Mas às vezes a natureza do negócio não deixa que as coisas acontecem exactamente como tu queres. Mas vamos ver."

Este vai ser um dos tópicos quentes ao longo desta época sem dúvida nenhuma. Será interessante, entre outras coisas, ver como os Cleveland Cavaliers o vão receber quando LeBron for lá jogar com os Miami. No ano passado um fã invadiu o campo com uma mensagem muito clara na T-shirt que usava "LeBron we miss you".

Como será este ano?

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Rookies escolhem Kobe Bryant como jogador preferido


Numa votação levada  acabo pela NBA.com ostendo os Rookies da liga como alvo, estes votaram em Kobe Bryant como sendo o jogador preferido. Não foi um resultado consensual mas ainda assim, a estrela dos Lakers venceu com uma margem expressiva.

Os Rookies falaram e o resultado dita assim:

1 - Kobe Bryant - 21.2%
2 - LeBron James - 15.2%
3 - Kevin Durant - 12.1%
4 - Dirk Nowitzki - 12.1%
5 - Kevin Garnett - 9.1%
6 - Chris Paul - 9.1%

É possivel ver que Durant e Nowitzki partilham o 3º lugar na votação, tal como Garnett e Chris Paul partilham o 4º lugar. Os rookies votaram também em nomes como Carmelo Anthony, Steve Nash e Dwyane Wade.

À entrada para a sua 16ª época, Kobe ainda é o ídolo dos "putos"!

domingo, 25 de agosto de 2013

LeBron James corre numa passadeira anti gravidade!


Depois de Kobe Bryant ter publicado um video a correr numa passadeira anti-gravidade, desta vez foi LeBron James quem não quis ficar atrás e mesmo não estando a recuperar de uma lesão, está contudo a preparar o inicio da próximo época.



Há quem queria extrapolar e dizer que LeBron publicou o video para gozar com Kobe. Há também quem tenha a opinião de que o King, admite o poderio e hegemonia do Black Mamba na liga e por isso sabe que Kobe regressará em grande, por isso mais vale estar em forma! 

sábado, 24 de agosto de 2013

Video original conta história de Anderson Varejão


 É através dos jogadores brasileiros que Portugal consegue estar o mais próximo da liga norte americana de basquetebol profssional. É na nossa lingua que Anderson Varejão, jogador canarinho há já 9 épocas na liga, conta a história da sua caminhada até à NBA.

Vejam:

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Chris Paul é o novo Presidente do Sindicato dos Jogadores



A liga tem um novo Presidente do Sindicato dos Jogadores e o seu nome é Chris Paul. A estrela dos Los Angeles Clippers sucede a Derek Fisher no comando dos direitos do jogadores.

O cargo pode ser novo para Paul mas não será grande novidade visto ter estado a cumprir a função de Vice Presidente até à corrente data. A curto prazo terá que tentar amenizar os ânimos dos jogadores depois de 18 meses de tumulto.

Recorde-se que o mandato que agora cessa por parte de Derek Fisher esteve envolto de polémica na fase final culminando na demissão de Billy Hunter, director executivo de longa data do sindicato dos jogadores. Hunter tem inclusive um acção judicial contra a NBAP e Derek Fisher a decorrer no tribunal de Los Angeles.

"Eu acho que tenho imensa experiência tendo estado este tempo todo no seio do sindicato." disse o número 3 dos Clippers. "No futuro o que interessa não são os meus interesses mas sim os dos jogadores que fazem parte da liga. Vai dar imenso trabalho. Mas temos um executivo bastante competente, um grande grupo de pessoas disposto a levar isto para a frente."

Chris Paul é primeira grande estrela da liga a assumir a presidência da NBAP desde que Patrick Ewing terminou o mandato em 2001. Chris Paul já foi 6 vezes All-Star e na época passada fez parte do 5 ideal da liga.

A equipa de Chris Paul no sindicato dos jogadores conta com os nomes de Anthony Tolliver e Steve Blake como Vice Presidentes. Jerry Stackhouse, James Jones, Andre Iguodala, Stephen Curry, Willy Green e Matt Bonner fazerm parte do executivo. 
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