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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Derrick Rose: "Quando estiver em forma vai ser assustador!"



Foram 18 longos meses que passaram para os Chicago Bulls sem que o seu melhor jogador estivesse disponível. Uma vez retornado da lesão, o filho pródigo parece ter voltado mais forte do que quando se viu forçado a parar por lesão. Os Bulls fizeram 8 jogos na pré-época... ganharam todos!

Rose apareceu em campo em grande forma e deixou os campeões em título Miami Heat em sentido. 20.7 pontos, 5 assistências e uns impressionantes 44% de percentagem de lançamento de três pontos. Supostamente, este é o regresso dele. O pico de forma virá mais à frente! Os Bulls têm uma palavra a dizer esta época.

"Aposto que surpreendi muita gente." disse o base dos Bulls. "Mas ao mesmo tempo sei muito bem o que trabalhei durante a pré-época para poder voltar ao campo. O meu trabalho duro está a dar resultados. Não estou no meu melhor ritmo, mas estou capaz de ir para o campo e dominar o jogo. Acho que quando atingir a minha grande forma vai ser mesmo assustador."

A confiança do ex-MVP parece não ter barreiras. "Eu acho que antigamente eu só corria." continuou Derrick. "Agora eu domino o jogo como um base em vez de ir só lá para a frente. Acho que estou a lançar menos vezes este ano, estou a ir mais vezes para a linha de lance livre, estou a ser mais esperto, mais eficiente. Acho que nos outros anos eu ir para lá, lançava ao cesto de vez em quando. Mas isso este ano vai mudar."


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Avery Bradley ganhou 7kg no ginásio!



"Ás vezes estou a andar pelas ruas de Boston e as pessoas dizem-me: Meu, tu estás cada vez maior!" Avery Bradley, base dos Celtics tem passado as férias no ginásio ansioso que a pré-época comece.

Bradley é e será o suplente de Rajon Rondo, isto é ponto assente. Contudo com a lesão de Rondo na temporada passada, o substituto assumiu o papel de base titular na perfeição e ganhou destaque. Embora Bradley confesse que lhe é indiferente, este é o seu último ano contracto em Boston, por isso há motivação acrescida para esta época que se avizinha.

"Sinceramente nem penso nisso." Confessou Bradley. "O meu foco é ganhar jogos e fazer o que seja preciso para ajudar a minha equipa."

Os Boston estão numa fase de transição e viram partir as caras mais icónicas da equipa. "Foi difícil." Admite Bradley, depois de ter visto sair da equipa Kevin Garnett, Paul Pierce e o treinador Doc Rivers. "Nós éramos como uma família. Foi duro para toda gente, eu acho. O melhor que podemos fazer é desejar sorte uns aos outros e seguir o nosso caminho. Quando nos cruzarmos vai haver sempre carinho."

Mas para quem gostava do estilo de jogo intensivo e defensivo de Avery, este ano vai haver ainda mais Avery Bradley para gostar. Duas vezes por dia, às vezes três, o base tem ido ao ginásio levantar peso e tem feito questão de que cada vez que sobe à balança os números se alterem...ascendentemente.

"O meu corpo... Meu, eu sinto-me mais forte." Bradley entrou para a liga com 81kg, tem actualmente 88kg! Bradley sabe que o patrão da equipa é Rondo e quando este voltar vem direito para segurar a batuta da liderança. porém está consciente do seu espaço na equipa e do que pode fazer e onde pode/deve melhorar.

"Seja qual for o meu papel na equipa, seja o que for que tenha que fazer, é isso mesmo que eu vou estar disposto a fazer. O Rondo há-de estar lá sempre a liderar e a ajudar toda a gente. E mesmo que eu não esteja a jogar na posição de base, seja quem for, e tenho a certeza de que seja quem for que jogue a base, o Rondo vai estar a dar-lhe na cabeça para tentar fazer de nós uma equipa melhor e capaz de ganhar campeonatos.", Bradley.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"O Ricky Rubio tem que marcar mais pontos"


 Os Minnesota Timberwolves pretendem que o seu base Ricky Rubio marque mais pontos por jogo. Quem o diz é Flip Saunders, President of Basketball Operations dos Wolves.

Os 2.4 de média de roubos de bola de Ricky igualam os de Chris Paul, jogador dos Los Angeles Clippers, líder na liga nessa categoria. As 7.3 assistências que Ricky faz por jogo igualam as mesmas de LeBron James dos Miami Heat, que é o décimo nessa categoria na liga. Porém,Rubio fica aquém quando o tópico são pontos marcados.

Kevin Love, Nikola Pekovic e Chase Budinger são os melhores marcadores de pontos respectivamente dos Timberwolves. Para Saunders, o base espanhol devia estar neste Top 3 da equipa.

O estilo de jogo de Ricky consiste em passes, passes e passes fantásticos. Com o base espanhol em campo os Wolves esquecem-se que são uma das equipas com 50 derrotas por época, e o Target Center torna-se num dos pavilhões mais entusiasmantes da NBA.

Contudo, para que a equipa melhore, para que o seu jogo se torne mais fácil o Tricky Ricky precisa marcar. "Esse é o próximo passo na sua evolução como jogador." disse Flip Saunders. "Se ele for uma ameaça na marcação de pontos, se ele conseguir marcar uns bons lançamentos, isso vai fazer com que o seu jogo se torne mais fácil."

Ele tem que acrescentar mais pontos ao seu jogo desde já porque os Wolves começam a dar indicios de uma equipa em ascensão, caso toda gente esteja saudavel. E quando os Wolves começarem a ganhar jogos, o ataque ao cesto por parte de Rubio tem que ser algo natural para ele.

"Quando és um jogador novo e vês-te confrontado com uma situação de stress vais-te refugiar naquilo em que és melhor." afirmou Flip Saunders. "E no Ricky já todos sabemos que são os passes. É isso que ele faz, é isso que ele vai fazer. Bons passes e tornar os outros companheiros melhores. Ele precisa habituar-se a marcar desde já para poder marcar quando as siuações de stress começarem a chegar."

Dragic entusiasmado por jogar com "Mini LeBron"


O base esloveno dos Phoenix Suns, Goran Dragic está entusiasmado com o rumo que a equipa está a levar nesta pré-época e mal consegue esperar até começar a treinar com o novo colegade equipa, Eric Bledsoe.

De acordo com a entrevista concedida ao site dos Phoenix Suns, Dragic destacou o entusiasmo que traz para a próxima época. "Estou mesmo entusiasmado com o que eles (Phoenix Suns) estão a tentar fazer." Admitiu o esloveno. "Já falei com o (General Manager dos Suns) Ryan (McDonough) e com o (treinador) Jeff (Hornacek) mais do que uma vez. Eles disseram o que pretendiam para esta época e como o vão fazer. Eu acho fantástico."

Dragic deve regressar aos Estados Unidos no próximo mês (Setembro) e sabe que Hornacek e McDonough planeiam pôr em campo os dois bases em simultâneo. Dragic e Bledsoe lado a lado! Tanto um como o outro tem 8 anos de experiência na NBA o que transmite ao treinador alguma confiança.

Eric Bledsoe
"Ele é um mini.LeBron", disse Dragic sobre o novo companheiro de equipa, Eric Bledsoe. "Ele tem aquele corpo todo, que quando está em contra-ataque torna-o imparável. Tal como muitos fãs sabem, eu adoro jogar um tipo de basketball rápido. Quando eu passar a bola para outro companheiro ele vai ter que correr. Nós vamos marcar imensos pontos juntos."

Dragic considera ter feito uma boa época a nível individual na temporada passada mas acha que está na altura de os Suns darem um passo em frente como equipa.

"Neste momento o meu objectivo é permanecer saudável. Esperar não me lesionar no campeonato da Europa." confessa Dragic. "Quando acabar (o Eurobasket 2013) vou dar o meu máximo para evoluir o mais que puder. Pessoalmente, gostava que fizessemos melhor do que na época passada. Acho que temos uma equipa melhor para esta época. Espero mesmo que a gente lute pelos Playoffs."


terça-feira, 27 de agosto de 2013

O fenómeno "Linsanity" já tem trailer...


O fenómeno Linsanity já passou mas esteve bem vivo há 18 meses atrás. A história do underdog vende sempre e quando acontece toda a gente gosta de se rever no actor principal. Jeremy Lin, o miúdo asiático que nenhuma equipa da NBA queria; o miúdo que dormia no sofá da casa do melhor amigo em Nova Iorque porque não tinha dinheiro suficiente para pagar um quarto; o miúdo em quem ninguém acreditava!

A história tem um trailer... e seguindo a lógica, vai ter um filme!


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Haverá Linsanity nos Playoff?


Houve tão pouco efeito Linsanity no Jogo 1 dos Playoff dos Rockets como durante a época toda. Jeremy Lin ficou àquem das expectativas no seu primeiro jogo de sempre nos Playoff.

A viagem foi longa desde o sofá do irmão até ao estrelato nos New York Knicks na época passada. O mundo vibrou com o conto de fadas da cinderela, principalmente a parte do globo asiática. No entanto a terra continuou a girar e normalidade voltou a imperar.

Afinal Lin é um jogador banal. É um base que lê bem o Pick'n Roll, manda umas bombas de vez em quando e pouco mais. Carmelo Anthony disse-o na pré-epoca quando soube que os Houston Rockets haviam oferecido 25 Milhões pelo chinês. "É ridiculo!"

Lin acabou o Jogo 1 com 4 pontos, 4 assistências e 4 perdas de bola. Ficou no banco a segunda parte e deixou James Harden assumir o papel de base. No fundo, Harden tem sido o base dos Rockets nos 4ºs periodos a época toda, à semelhança de LeBron James nos Heat.

Jeremy Lin acabou esta época com 13 pontos e 6 assistências. "O bom no Jeremy (Lin) é que ele é um miudo duro." Disse Kevin McHale, treinador dos Houston Rockets. "E ele acaba sempre por dar a volta por cima."

Os melhores jogos de Lin esta temporada foram o do seu regresso ao Madison Square Garden em Nova York quando marcou 22 pontos e 9 assistências e contra os San Antonio Spurs quando marcou 38 pontos e fez 7 asssistências.

O base dos Oklahoma City Thunder, adversário dos Rockets nos Playoff, não parece ter tido muito trabalho no matchup com Lin no Jogo 1. Russell Westbrook ficou a 2 ressaltos do triplo duplo no Jogo 1 (19 pontos, 10 assistências, 8 ressaltos).

Os destinos de Lin e Knicks parecem seguir direcções opostas. Sendo que os Knicks ganharam os 2 primeiros jogos do Playoff e Lin pode perder hoje o segundo seguido. Os Rockets iriam agradecer um Linsanityzinho para o Jogo 2... e para o Jogo 3!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Spurs são némesis de Steve Nash


Os Lakers esbarraram no Jogo 1 frente aos San Antonio Spurs mas para Steve Nash já é, infelizmente para ele, uma rotina. O base canadiano dos Lakers tem nos Spurs o seu nemesis.

Steve Nash já se cruzou com os Spurs nos Playoff por 7 vezes enquanto jogador dos Dallas Mavericks e Phoenix Suns. Somente num ano é que conseguiu ultrapassá-los. Ou seja, Tim Duncan, Parker e Manu sabem bem o que é deixar Nash pelo caminho.

A imagem do ano de 2007 pode muito bem ser a de Nash a insistir na permanência em campo com o nariz aberto, a sangrar após colisão com Tony Parker.... e continuou!

Este é um Steve Nash totalmente diferente. Os 39 anos começaram finalmente a pesar. O base dos Lakers perdeu 32 jogos esta época por lesão mas nas 7 épocas anteriores falhou apenas 30! O que significa que desde 2001, Nash de 886 jogos possíveis, esteve presente em 856.

"É frustrante, nós passamos por tanto esta época e agora sentimos que merecemos uma hipótese." disse Steve Nash, no final do Jogo 1 após ter falhado 9 dos seus 15 lançamentos. "Eu adoro jogar, adoro esta equipa. Eu quero lutar por eles e fazer parte desta equipa em momentos bons. Mas tivemos muitos momentos maus e deixamos-nos ficar por lá."

Questionado se já começa a considerar retirar-se Nash não deixa margem para dúvidas. "Não, não. Nem lá perto ando. Sempre que não estava lesionado esta época senti-me perfeitamente bem. E acho que sempre que tive oportunidade de jogar nesta equipa, fui eficiente como sempre fui na minha carreira."


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Chris Paul: Não segurámos o Bledsoe na próxima época


O base titular dos LA Clippers, Chris Paul, afirmou que Eric Bledsoe, o seu suplente, é bom de mais para estar no banco e será extremamente difícil que a equipa o consiga manter para a próxima época.  

Bledsoe está com 23 anos de idade e vive na sombra de Chris Paul, no entanto tem aproveitado ao máximo os minutos que lhe têm sido dados. O grande exemplo foi o Jogo 1 do Playoff contra os Grizzlies; Marcou 13 dos seus 15 pontos no 4º período, sem ter falhado um lançamento o jogo todo (7/7). Ah! Mais 4 assistências e 6 ressaltos.

Paul, o titular, viu do banco o espectáculo de Bledsoe e confessa que para ele não foi surpresa. "O Bledsoe é um dos melhores bases da liga." disse Chris Paul no final do encontro. "Tenho-o dito durante a época toda. Eu tenho aproveitado ao máximo cada treino com ele porque sei que será muito difícil para nós ficarmos com ele para a próxima temporada. Será pouco provável que tenhamos dinheiro para o segurar. Ele tem que ser titular."

O jovem base tem sido um catalisador vindo do banco a época toda para os Clippers e tem no seu concorrente directo o maior fã pelos vistos. Entretanto, ainda é um Clipper e a caminhada rumo às Finais acaba de começar. 

sábado, 23 de março de 2013

Jason Kidd pondera retirar-se no final da época



Jason Kidd admitiu estar a considerar retirar-se no final desta época embora ainda faltem mais dois anos de contracto ao serviço dos New York Knicks.

Chegou finalmente ao clube dos 40. Jason Kidd faz hoje, dia 23 de Março, 40 anos de idade e já lá vão 19 de NBA nas pernas. Querem mais números? 107 triplos-duplos, 17,471 pontos, 12,051 assistências e 10 vezes All-Star e um campeonato ganho ao serviço dos Dallas Mavericks.

A questão foi-lhe apresentada e Kidd não se esquivou. "Não sei, Não sei." respondeu Kidd. "Estou a tentar levar um ano de cada vez."

"Alcancei tudo. Agora é tudo sobre competição e tentar alcançar o derradeiro objectivo que é ver qual é a última equipa a aguentar-se em pé. Quando atinges esse objectivo que é ganhar, só queres atingi-lo de novo porque é o melhor sentimento: o de ganhar um campeonato. Tu queres o segundo campeonato com tanta vontade quanto desejaste o primeiro."

Ao lado de Kurt Tomas (o mais velho da NBA), Grant Hill e Juwan Howard, Kidd faz parte do leque de jogadores com mais de 40 anos na liga. Nunca foi uma meta, confessa, mas uma vez atingida há perguntas que surgem.

Carmelo Anthony entre outros colegas de equipa admitem que não seria uma surpresa se o futuro Hall of Fame, Jason Kidd, terminasse a carreira no final da presente época.


segunda-feira, 11 de março de 2013

Jennings pode sair dos Bucks



Brandon Jennings parece não estar muito entusiasmado em Milwaukee. O base afirmou esta semana que caso opte por jogar a próxima época nos Bucks, essa poderá ser no entanto, a última.

Ainda falta um ano no contracto e caso seja cumprido Jennings não vê com bons olhos a renovação após 2013-14. "Se eu aceitar alguma proposta (de outra equipa) enquanto for um jogador livre não há como me fazer voltar atrás." disse Jennings.

Jennings é uma das principais caras dos Milwaukee a par de Monta Ellis. Os dois representam um duo temível para qualquer equipa que os defronte. Contudo o base admite poder abdicar do estatuto de super-estrela que usufrui em Milwaukee desde que vá para uma "equipa ganhadora".

"Eu só quero ganhar." foram as palavras de Jennings. "É como tenho estado a jogar. Eu só quero estar numa equipa ganhadora. Eu quero lá saber se sou a estrela, se sou o principal jogador da equipa. Já o fui nos últimos 3 ou 4 anos. Eu só quero ganhar e estar num sitio onde tudo seja em torno de vitórias."

As palavas são duras para a organização e para os fãs de Milwaukee.

"Eu não estou a dizer que os Bucks querem perder." tentou amenizar Brandon. "Mas eu acho que (um título) me ia ajudar. Só ia motivar o meu estilo de jogo."

"Toda a gente diz que eu sou um atirador. Mas se me vissem a jogar no Liceu... eu sempre fui um base do estilo passe-primeiro. Mas agora temos o JJ (Redick) que é realmente um marcador de pontos e eu estou a todo o momento à procura do passe. Basicamente, eu devia ter feito sempre, o que tenho feito nestes últimos três meses. É tarde de mais? Não sei. Mas se calhar é uma boa altura para mostrar a todos afinal quem eu sou."

Vem aí um novo Brandon Jennings?

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

"Parker, a equipa é tua!" Coach Pop



Os San Antonio Spurs são do Tony Parker e não mais de Tim Duncan ou de Ginobili. Quem o diz é Gregg Popovich. O treinador dos Spurs visitou Parker nas férias e pediu-lhe que assumi-se o papel de líder esta época.

"Ele veio ter comigo e disse-me 'O Timmy e o Manu já não vão para novos e chegou a tua vez." disse Tony Parker sobre a conversa tida com Popovich na off-season. "Tens que carregar a equipa noite-sim, noite-sim. Tens que jogar bem todas as noites. Tens que ser consistente."

Popovich recebeu Tony Parker na NBA quando este tinha 19 anos. Agora com 30 pede-lhe que assuma o papel que é dele por direito. "Bons jogadores tem uma boa época durante um ano. Mas os grandes jogadores têm boas épocas mais do que um ano." disse Coach Pop sobre o base francês.

Esta época temos sido testemunhas de uma das melhores épocas de sempre de Tony Parker. Na paragem para o fim de semana All-Star os Spurs lideravam a liga com 42 vitórias e 14 derrotas. Parker com médias de 25.4 pontos por jogo, 7.6 assistências. Percentagem de 53.6% de lançamentos de campo, 39.3% de triplo e 83% da linha de lance livre. No inicio da época o objectivo dele era 50-40-80. Não está mau!!

"Estou a jogar o meu melhor basket de sempre." confessou Parker. "Estou muito confiante. Sempre se disse que entre os 28 e os 32 anos atingi-se a plenitude do basket. Ainda tens a velocidade necessária e atinges o ponto máximo de lucidez em campo e experiência."

Os Spurs seguem fortíssimos e uma equipa liderada por Popovich nunca deverá ser substimada. Quando chegarmos aos Playoff os 36 anos de Tim Dunca perderão peso e os 30 de Parker ganharão força. Olho neles...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Avery Bradley, um novo Rondo?


Numa altura em que o base dos Celtics, Rajon Rondo, vê um ponto final na sua época devido a lesão, para a ribalta salta o nome de Avery Bradley, o outro base da mesma equipa.

Bradley não tem, de longe, a liderança de Rondo dentro de campo nem a média de assistências. Mas o que nós não sabemos é que o treinador dos C's está atento e sabe que numa equipa com Paul Pierce, Kevin Garnett, Rajon Rondo e Jason Terry é Avery Bradley quem lidera uma categoria por vezes esquecida... Para alguns inexistente até hoje.

É o jogador que mais consegue atrasar o tempo de ataque da equipa adversária segundo dados estatísticos da equipa técnica dos Celtics. Desde a lesão de Rondo e com o aumento de minutos, o desafio foi colocado a Bradley: Tens que obrigar a equipa adversária a fazer a violação dos 8 segundos para passar o meio campo.

"É verdade. Nunca conseguimos fazer isso." disse Bradley à imprensa. "Estivemos perto de conseguir algumas vezes, eu e o Rondo. Quando fazemos pressão 2-1-2 estivemos perto de o conseguir. Isso seria fantástico se conseguíssemos. Mas é muito difícil. A este nível, é muito difícil fazer com que isso aconteça. Provavelmente consegui fazê-lo na faculdade, embora isso já pareça que foi há muito muito tempo. No liceu fiz de certeza."

A equipa técnica dos Boston Celtics chegou à conclusão de que Bradley é um defensor precioso para qualquer equipa. "A primeira vez que o vi pensei: tenho que arranjar minutos para este miúdo." disse o treinador dos Celtics, Doc Rivers.

Quando confrontado se tem noção da sua habilidade para atrasar o ataque adversário Bradley responde: "Eu nem olho. Eu não presto atenção. Obviamente quando vemos o filme do jogo sou capaz de notar. "Hey, eles começaram agora a jogada e só faltam 10 segundos." Mas quando estou a jogar só penso em defender bem. Tentar afastá-los do ataque. A minha cabeça está preparada para isso."

O treinador dos Bulls Tom Thibodeau falou sobre este pequeno grande jogador da equipa rival numa perspectiva interessante que poderá vir a ganhar apoiantes no futuro. "O seu valor nunca conseguirá ser medido com estatísticas." disse Thibodeau. "Se olharmos para a história da liga, houve sempre jogadores com um valor semelhante: Bruce Bowen, San Antonio; Mario Ellie nos Rockets; Sam Mitchell durante anos; Este tipo de jogadores dão um coração enorme à equipa."

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

"Westbrook e Rondo são umas Divas", Kendrick Perkins



Kendrick Perkins meteu Russell Westbrook e Rajon Rondo no mesmo saco e apelidou-os de "Divas" mas "no bom sentido é claro." acrescentou. 

O agora poste dos Oklahoma City Thunder, Kendrick Perkins, já foi em tempos, não muito idos, o poste dos Boston Celtics e por isso sente-se à vontade para falar sobre os dois bases. "Eles são definitivamente diferentes." disse Perkins. "São os dois umas divas...no bom sentido é claro."

O tema "Russel Westbrook" surgiu quando um jornalista da ESPN pôs em questão a intensidade que o base dos OKC tem dentro de campo e não só quando o jogo decorre. Recentemente foi visto Westbrook a negar um cesto à mascote dos Denver Nuggets. Tal feito resultou em apupos por parte de todo o pavilhão. 

Perkins admite que o companheiro de equipa não é assim só dentro do campo, ele é assim o dia todo. "Ele é dia e noite tal e qual como é dentro do campo." afirmou Perkins. "Ás vezes dentro de campo, estou meio a brincar mas, apetece-me esganá-lo só um bocado. Mas ele é sempre assim. Ás vezes ele entra num ritmo em que acredita e sente-se mesmo como se fosse o melhor jogador em campo. A sério."

"É ele que nos põe no jogo." confessou Kevin Durant, colega de equipa dos Oklahoma City Thunder. "O Russell é a nossa ignição. Ele contagia-nos com a aquela energia."


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

40 pontos chegam para ser All Star?



A jogada do jogo até pode ter sido do Alonzo Gee quando afundou no Kevin Garnett mas a estrela da noite foi sem dúvida Kyrie Irving que marcou 40 pontos aos Celtics.

O treinador dos Cleveland Cavaliers considera que Irving acabou de se colocar no mapa com a exibição de ontem à noite. E se dúvidas havia se Irving deveria fazer parte dos jogadores eleitos para o All Star Game... os 40 pontos de ontem podem ter ajudado a dissipar qualquer coisa.

"Alguns treinadores da conferência de Este vão reparar nas estatisticas dele e nos feitos alcançados mas irão sempre olhar para o registo da equipa." Disse Byron Scott, treinador dos Cavs. "Ele tem estado a jogar muito só não tem ganho jogos. Digam-me um base da conferência de Este que esteja a fazer uma época melhor do que a dele!"

No jogo de ontem Irving marcou 15 dos 40 pontos no quarto periodo. 11 dos quais nos últimos 2:30 minutos. Kyrie acabou o jogo com 16 em 24 de lançamentos de campo, 7 em 7 de lance livre e 1 em 3 de triplo.



"É ele que marca o nosso ritmo." continuou Byron Scott sobre o seu pupilo. "Eu disse-lhe no inicio do jogo "Preciso que sejas agressivo." Quando ele é agressivo, toda a gente repara nele. É esse tipo de jogador que nós precisamos."

Esta foi a segunda vez que Kyrie Irving ultrapassou a fasquia dos 40 pontos. A primeira foi a 15 de Dezembro contra os Knicks no Madison Square Garden e continua como máximo de carreira: 41.

"Na minha cabeça ele está no top 5 dos bases nesta liga." Disse o colega de equipa Tristan Thompson.

E quanto ao conselho do treinador sobre a necessidade de ser mais agressivo, Kyrie tem a resposta na ponta da lingua. "Eu só preciso que ele me diga isso uma vez!"

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Russell Westbook no Concurso de Afundanços



Russell Westbrook, base dos Oklahoma City Thunder, não diz que "Não", pelo menos para já, ao concurso de afundanços que está aí ao virar da esquina.

Ano após ano o concurso de afundanços da NBA tem sido uma rampa de lançamento para jovens atletas desconhecidos, mais do que uma oportunidade de ver as maiores estrelas a impressionar. Por isso é estranho ver agora o nome do base da equipa vencida na final do ano passado.

Instado a comentar a sua potencial participação no Sprite Slam Dunk Contest deste ano, Westbrook não se esquivou. "Eu gostaria de participar antes que seja tarde de mais." confessou o base. "Mas nem sei bem como me iria sentir se tivesse que participar."

O concurso de afundanços recebe anualmente os rostos mais jovens da liga, com pernas mais explosivas e com os índices de criatividade no máximo. É raro ver uma cara consagrada a integrar o painel de participantes.

"Há tanta gente nesta liga que salta mais do que eu. Qualquer um desses pode participar" disse Westbrook. "Há imensos jogadores que sabem saltar. Eu apenas salto alto em jogos. É só isso. Eu acho que se fosse lá ia levar afundanços normais e podia desiludir as pessoas."

Apesar desta modéstia demonstrada, Westbrook que se tem apresentado como um jogador muito mais maduro esta época, confessa que caso viesse a integrar o leque de jogadores a participar no concurso, teria um ou dois truques debaixo da manga.

"Sim, eu tenho uns afundanços guardados mas não é nada do que vocês não tenham visto já. Nestes concursos tens que afundar em três cestos ao mesmo tempo, dar cambalhotas e fazer mais qualquer coisa para ganhar pontos. Mas eu não sei..."

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Lillard "He can't be a rookie, can he?"



O rookie dos Portland Trail Blazer joga como se não fosse rookie. Bate recordes desde o primeiro jogo oficial na NBA. Lillard podia estar muito bem a silenciar os críticos nesta fase da época, mas para isso os críticos tinham que ter falado dele. Mas nunca ninguém soube quem era Damian Lillard.

No pré draft, na pré-época, nOs Jogos Olimpicos e durante os Summer Camps a grande atracção sempre foi o rookie dos New Orleans Hornets, Anthony Davis. 2 meses de NBA volvidos e a liga só consegue falar de Lillard: "He can't be a rookie, can he?"

O rookie que já no liceu viu-se forçado a trocar de escola devido a dificuldades financeiras e falta de espaço para poder jogar, agora afirma-se na maior liga do mundo. "O St. Joseph (Notre Dame California) foi onde o Jason Kidd andou e foi onde eu andei no meu 2º ano." disse Lillard. "Era uma escola privada e foi muito difícil porque havia muitos miúdos ricos lá. Eu nem entrava em campo e os meus pais a pagar aquele dinheirão todo. No final da época o treinador falou comigo e disse-me que não tinha confiança em mim. Eu não estava bem lá, não era desejado, não fazia sentido os meus pais pagarem aquilo por isso mudei-me para Oakland High (escola pública)."

Na mudança de escola Lillard sentiu-se abalado e nunca imaginou que 3 anos mais tarde jogaria na NBA e estaria com média de 19.1 pontos, 6.3 assistências e com uma percentagem de 39% de triplo!!

"Eu sempre quis jogar na NBA e quando era miudo dizia sempre que ia chegar à NBA." confessou Damian. "Mas no liceu eu só pensava em conseguir uma bolsa universitária. E só pensava: Como é que posso estar a pensar na NBA se nem uma bolsa de estudos para a faculdade eu consigo?"

Lillard conseguiu entrar em Weber State e foi o base titular durante as duas primeiras épocas até que sofreu uma lesão: partiu o pé. Durante a recuperação deu inicio à missão de assistir todos os DVD's dos jogos anteriores e fez uma lista de 10 áreas que precisava melhorar.

Então sentado numa cadeira e com uma máquina que lhe ganhava ressaltos e lhe passava a bola de volta, Lillard passou a fazer 200 lançamentos por dia na tal cadeira seguidos de 600 em pé.



Na última época na faculdade Lillard acabou com média de 24.5 pontos por jogo, sendo o segundo melhor universitário dos Estados Unidos nessa categoria. Os olheiros da NBA começaram a assistir os jogos da Weber State pela primeira vez e Lillard era apontado como o 25º do Top 25 de possíveis rookies a ingressar na NBA.

No jogo de estreia na NBA ao serviço dos Portland Trail Blazers, Lillard marcou 23 pontos e fez 11 assistências colocando-se ao lado de nomes como Oscar Roberston e Isiah Thomas como os únicos 3 jogadores a marcar mais de 20 pontos e mais de 10 assistências no jogo de estreia.

Uma semana depois Lillard deixava Isiah Thomas para trás e só ele e Oscar Roberston passaram a ser os dois jogadores que nos 3 primeiros jogos na liga tinham média de mais de 20 pontos e 7 assistências.

O treinador dos Portland é o primeiro a admiti-lo "Ele não joga como um rookie." O Rookie que não é rookie já ganhou o prémio de melhor rookie do mês de Novembro, não se admirem que seja o melhor do ano.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Westbrook na Melhor Época de Sempre



O base dos OKC merece louvores de toda a sua equipa pela época que está a fazer mas Kevin Durant é quem mais o elogia. "O jogo para o Westbrook está a começar a abrandar."

Na sua 5ª época na NBA, Russell Westbrook está mais inteligente, mais ponderado e os números tanto a termo individual assim como colectivo começam-se a reflectir. Westbrook está a assistir mais, a lançar menos vezes e a ter a época com menos bolas perdidas de sempre. São factos.

Os Oklahoma City Thunder deixaram de ser a pior equipa em termos de qualidade de passe para ocupar a 6ª posição. Quanto a Westbrook vejamos: Época passada média de 5.5 assistências, esta época 8.6! Na época anterior 19.2 de média de lançamentos por jogo, agora este número desceu para 17.9. 

"Eu estou a fazer um bom trabalho." Admitiu Westbrook. "Eu consigo sempre melhorar. Mas estamos a ganhar. Isso é o mais importante."

É certo que ainda só se fizeram 16 jogos esta época mas até à data as melhorias no jogo do base de Oklahoma são visíveis. 

"Ele está a abrandar um bocado. Está a levar o tempo dele. " disse o colega da equipa Kevin Durant. "À medida que se cresce nesta liga o jogo começa a abrandar um bocado para ti. Começas a ter a capacidade de ver coisas que no primeiro ou segundo ano não vias. Ele está a conseguir envolver toda gente no jogo. Tem sacrificado lançamentos em beneficio do espírito de equipa e para integrar toda a equipa. É o que os grandes bases fazem e ele está a fazer uma época dos diabos."

Westbrook associa o aumento das suas assistências à eficácia de lançamento dos seus colegas e alega que não tem fito nada de diferente nesse capitulo. "Eles só têm é marcado cestos. A única maneira de teres mais assistências é se eles começarem a marcar cestos.", disse Westbrook.

Liderados por Westbrook os Thunder deixaram os 18.5 de média de assistências que tinham na época passada para uns actuais 22.9. Westbrook, Kevin Martin, Serge Ibaka e Kevin Durant têm todos médias superiores a 15 pontos por jogo. A equipa está mais equilibrada e mais difícil de defender. 

Mas quando perguntam a Russell Westbrook se ele tem algo que ver com as notórias melhorias da equipa a resposta é clara. "Naa, isso para mim nem me interesse para dizer a verdade."

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Rookie mais velho da liga está para as curvas



Com 35 anos, Pablo Prigioni, pode em plenos pulmões dizer que, embora sendo rookie, é o com mais experiência entre todos. No último jogo, os Knicks defrontaram os Bucks, e Prigioni teve a sua prova de fogo, superada com sucesso.

Quando assinou com os Knicks o base argentino disse ao treinador Mike Woodson que estaria pronto quando ele precisasse. Com Felton a fazer o pior jogo da época e com Jason Kidd de fora pelo segundo jogo consecutivo por se ver a contas com espasmos nas costas, Pablo teve uma boa oportunidade, frente aos Bucks, para mostrar que é mais do que um simples rookie.

"Eu apenas tentei ajudar a equipa." disse Prigioni no final do encontro. "Hoje correu bem porque a bola passou por todos. Acho que em alguns deixamos de fazer o passe extra. Hoje correu bem porque toda gente conseguiu desfrutar do jogo."

Pablo teve direito a mais 28 minutos do que é habitual e contribuiu com 11 pontos e 7 assistências. Quando entrou os Knicks perdiam por 26-23. Quando entrou viu que lhe estava a ser dado espaço para lançar de 3,  aceitou o desafio, marcou e a partir daí tudo foi mais fácil.

"Ajudou-me bastante ter marcado os dois primeiros lançamentos que fiz." confessou. "Depois ganhei confiança para fazer outras coisas."

Steve Novak, companheiro de equipa de Prigioni está apaixonado pelo base argentino. "Quando vejo o Pablo em campo já sei que vou receber a bola assim que estiver liberto. Ele faz movimentar a bola. É aquele tipo de jogador que toda a gente adora ter na equipa. Ele torna as coisas mais fáceis para ti."

Quando chegarem aos Playoff Pablo Prigioni e Jason Kidd são capazes de ser um factor mais a ter em conta. Carmelo e companhia agradecem!


sábado, 6 de outubro de 2012

Brandon Jennings Passa o Verão a Imitar Steve Nash

Brandon Jennings à Esquerda

Brandon Jennings, jogador dos Milwaukee Bucks, tem um protótipo para a posição de base, chama-se Steve Nash, e passou o último Verão a tentar copiar os seus movimentos.

Steve Nash, tem 38 anos de idade e 16 de NBA nas pernas. Os anos passaram e a eficácia veio ter com ele. Ou melhor, ele procurou-a e treinou para isso. Jennings é um dos bases mais promissores da liga e quer usar a mesma receita do mestre.

"Quando jogas contra um jogador como ele, apercebes-te das inumeras maneiras que ele consegue marcar. Não é nada fácil tentar apanhar os movimentos dele mas se dedicares tempo...Eu quero mesmo aperfeiçoar algumas coisas que ele faz." disse Jennings.

O base dos Bucks tem vindo a melhorar as estatisticas de ano para ano desde que entrou na liga em 2009. 37% de lançamento no ano de estreia, 39% no ano seguinte e 41% na época passada.

"Aquele lançamento só com um passo é imparavel." disse Jennings sobre Nash. "Este Verão tentei imitá-lo a toda a hora. Deixa os jogadores grandes em sentido porque eles pensam que a minha passada vai continuar e eu páro no primeiro passo e solto a bola mesmo rápido."

Jennings diz-se um privilegiado por jogar na mesma liga que Nash. "Ele marca tantos cestos faceis, ou pelo menos, faz parecer. E o facto de ter 38 anos é impressionante. Tenho visto imensos videos dele e este ano quando o vir vou procurar falar com ele."

Nunca se tinha visto um Jennings tão humilde mas é de louvar o respeito pelos veteranos mesmo quando são de uma equipa adversária.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Rondo esclarece os "rumores" sobre a saída de Ray Allen



A época acabou e o Ray Allen saltou fora do barco dos Boston Celtics e atracou-se ao do dos Miami Heat que até levava o vento a soprar mais forte, pois quando lançaram a bóia de socorro ao Ray Ray vinham acabadinhos de se sagrar campeões.

Até aqui tudo bem. Dias volvidos, o mar amainou e soube-se que uma das razões, talvez a principal, para a saída do melhor triplista de todos os tempos dos Celtics foi a incompatibilidade de feitios com Rajon Rondo. Nenhum dos dois o negou. Aliás, ambos confirmaram.

Numa entrevista dada esta semana, e menos a quente, o base dos Celtics, Rajon Rondo, voltou a falar de Ray Allen. "As pessoas pensam que como eu e ele não nos entendemos eu sou má pessoa ou ele é má pessoa. Não tem que ser assim. É a vida. Se cada um olhar para o seu emprego vai encontrar de certeza alguém com quem se dá pior ou menos bem. É simplesmente a vida."

Rondo continua, "A história entre mim e ele está a ganhar proporções desnecessárias. Sim, trocamos algumas palavras azedas. Mas não foi nada de mais. Começaram a chover rumores de que durante a época eu não passava a bola ao Ray. Porque é que não haveria de lhe passar a bola? Ele é o melhor lançador da liga. É ridículo. Cada um vê aquilo que quer ver."

Foi uma perspectiva mais madura, esta que Rondo apresentou, agora que estamos a um mês do inicio da época. "Se quiserem falem com o Ray. No meu ponto de vista, ele tomou uma decisão, sinceramente não sei porque a tomou, mas tomou. Não acho que tenha tido seja o for comigo."
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