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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Isiah Thomas critica o regresso de Michael Jordan


O Hall of Famer, Isiah Thomas, disse que é uma falta de respeito para os restantes jogadores da NBA o facto de um Michael Jordan com 50 anos ter admitido que ainda seria possivel jogar na liga.

"Se ele jogasse 40 minutos... é tudo sobre minutos e lançamentos, sempre." disse Isiah. "A questão é: sim, ele conseguia marcar 10 pontos, mas conseguiria defender o outro jogador? Conseguia chegar à defesa a tempo?"

A análise é dura, porém sensata, feita por um "Bad Boy". O verdadeiro Bad Boy que saía dos jogos entre Pistons e Bulls sem apertar a mão a Michael Jordan. No entanto Isiah Thomas diz o que toda gente pensa: Ele tem 50 anos. O peso da idade é igual para toda a gente.

"Jogar um jogo na NBA envolve muita coisa. E treinar um atleta da NBA envolve muita coisa." continua Isiah. "Podes estar na tua melhor forma no ginásio mas para seres um jogador profissional e atingir aquela forma física, hábitos de treino e predisposição psicológica é um tipo de pessoa diferente de que estamos a falar."

No seguimento da temática questionaram Zeke se podia Jordan aingir uma média de 10 pontos por jogo com 50 anos de idade tal como afirmaram Antwan Jamison e Michael Kidd-Gilchrist, entre outros.

"Claro que não." respondeu o ex-base dos Pistons sem hesitações. "Os jogadores e os atletas de hoje em dia são muito bons. Eu acho que todos nós temos aquela memória nostálgica que nos levam a imaginações fantásticas, agora do dizer isso a fazer isso acho que é uma falta de respeito para com os jogadores que jogam na liga hoje em dia."

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Charlie Villanueva é um "Dirty Player"?



Depois de ter sido expulso após falta sobre Isiah Thomas, jogador dos Sacramento Kings, e multado em 25 mil dólares, o jogador dos Detroit Pistons, Charlie Villanueva, pôs em causa o currículo de Isiah Thomas na NBA.

Charlie V, normalmente um jogador admirado pelo público, desta vez vê-se a contas com a acusações de "Dirty Player" após ter cotovelado o base dos Kings. Uma das vozes mais activas é obviamente a do próprio Isiah.

"Jogador sujo? Não sou de todo." defendeu-se Villanueva. "O corredor estava aberto, ele penetrou e eu tentei bloqueá-lo. Ele tem o quê? 1,50cm e 45kg, todo encharcado de suor, é claro que parece pior do o que foi."

O jogador dos Pistons acha que Isiah Thomas, que em abono da verdade tem 1,75cm, não tem experiência suficiente de NBA para saber discernir uma falta dura de uma falta suja.

"Ele tem menos de 100 jogos na liga? Ah, não sabia disso." Acrescentou sarcasticamente Charlie V. "Foi rookie na época passada. Ah, também não sabia disso."

O jogador dos Pistons defende-se dizendo que a reacção do jogador dos Kings é que instigou os árbitros a irem rever a falta na TV. "Ele veio contra mim depois da falta. Eu tenho aprendido as minhas lições na liga. Eu nunca iria fazer nada. " Diz Villanueva. "Eu não ando à procura de aleijar alguém."

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Lillard "He can't be a rookie, can he?"



O rookie dos Portland Trail Blazer joga como se não fosse rookie. Bate recordes desde o primeiro jogo oficial na NBA. Lillard podia estar muito bem a silenciar os críticos nesta fase da época, mas para isso os críticos tinham que ter falado dele. Mas nunca ninguém soube quem era Damian Lillard.

No pré draft, na pré-época, nOs Jogos Olimpicos e durante os Summer Camps a grande atracção sempre foi o rookie dos New Orleans Hornets, Anthony Davis. 2 meses de NBA volvidos e a liga só consegue falar de Lillard: "He can't be a rookie, can he?"

O rookie que já no liceu viu-se forçado a trocar de escola devido a dificuldades financeiras e falta de espaço para poder jogar, agora afirma-se na maior liga do mundo. "O St. Joseph (Notre Dame California) foi onde o Jason Kidd andou e foi onde eu andei no meu 2º ano." disse Lillard. "Era uma escola privada e foi muito difícil porque havia muitos miúdos ricos lá. Eu nem entrava em campo e os meus pais a pagar aquele dinheirão todo. No final da época o treinador falou comigo e disse-me que não tinha confiança em mim. Eu não estava bem lá, não era desejado, não fazia sentido os meus pais pagarem aquilo por isso mudei-me para Oakland High (escola pública)."

Na mudança de escola Lillard sentiu-se abalado e nunca imaginou que 3 anos mais tarde jogaria na NBA e estaria com média de 19.1 pontos, 6.3 assistências e com uma percentagem de 39% de triplo!!

"Eu sempre quis jogar na NBA e quando era miudo dizia sempre que ia chegar à NBA." confessou Damian. "Mas no liceu eu só pensava em conseguir uma bolsa universitária. E só pensava: Como é que posso estar a pensar na NBA se nem uma bolsa de estudos para a faculdade eu consigo?"

Lillard conseguiu entrar em Weber State e foi o base titular durante as duas primeiras épocas até que sofreu uma lesão: partiu o pé. Durante a recuperação deu inicio à missão de assistir todos os DVD's dos jogos anteriores e fez uma lista de 10 áreas que precisava melhorar.

Então sentado numa cadeira e com uma máquina que lhe ganhava ressaltos e lhe passava a bola de volta, Lillard passou a fazer 200 lançamentos por dia na tal cadeira seguidos de 600 em pé.



Na última época na faculdade Lillard acabou com média de 24.5 pontos por jogo, sendo o segundo melhor universitário dos Estados Unidos nessa categoria. Os olheiros da NBA começaram a assistir os jogos da Weber State pela primeira vez e Lillard era apontado como o 25º do Top 25 de possíveis rookies a ingressar na NBA.

No jogo de estreia na NBA ao serviço dos Portland Trail Blazers, Lillard marcou 23 pontos e fez 11 assistências colocando-se ao lado de nomes como Oscar Roberston e Isiah Thomas como os únicos 3 jogadores a marcar mais de 20 pontos e mais de 10 assistências no jogo de estreia.

Uma semana depois Lillard deixava Isiah Thomas para trás e só ele e Oscar Roberston passaram a ser os dois jogadores que nos 3 primeiros jogos na liga tinham média de mais de 20 pontos e 7 assistências.

O treinador dos Portland é o primeiro a admiti-lo "Ele não joga como um rookie." O Rookie que não é rookie já ganhou o prémio de melhor rookie do mês de Novembro, não se admirem que seja o melhor do ano.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Isiah Thomas de volta à Universidade



Isiah Thomas, Hall of Famer e ex-jogador dos Pistons, voltou à Universidade para acabar o mestrado em educação. Thomas é aluno da Universidade de Berkeley mas não estejam à espera que ingresse na equipa dos universitária dos Golden Bears.

Com 51 anos, de acordo com as informações prestadas pela Universidade, o ex-jogador e treinador, está a 10 créditos de obter o Título. "Ele já cá está connosco há uns tempos" disse o docente Mohamed Haji Mukhtar. "Ele é muito preciso. Gosto muito dele. Tem ideias muito boas e pertinentes."

Isiah Thomas foi All Star por 12 vezes na NBA. Acabou a carreira com média de 19 pts, 9 ass e foi nomeado como um dos 50 melhores jogadores de sempre da liga. Passou depois algum tempo como treinador dos Indiana Pacers e New York Knicks.

Vejamos qual será o próximo passo do "Zeke"!!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Clássico


Entre ‘87 e ‘91 os Bulls e os Pistons defrontaram-se 47 vezes! Cada jogo era uma batalha em campo. Pippen e Jordan tiveram que suar muito (e sangraram) para ultrapassar os Pistons nos Playoff rumo ao titulo do 1º campeonato!

Ano após ano os Bulls tombavam ante os Pistons nos Playoff. Dumars, Rodman e Isiah Thomas eram o núcleo duro dos Bad Boys de Detroit.

Lembrem-se que uns anos mais tarde quando o Rodman estava para ser jogador dos Bulls o único entrave que Phil Jackson pôs foi que o Rodman teria que pedir desculpa ao Pippen, e só depois podia assinar contracto!!  Pedir desculpa porquê??



Pistons e Bulls são uma das sérias rivalidades na NBA. Este ano talvez não se sinta grande coisa, mas os fãs não se esquecem.
Se alguma vez ouviram falar de “Jordan Rules” fiquem a saber que esse termo surgiu nesta época e servia para definir o modo impetuoso com que os Pistons defendiam o Jordan. À base da pancada…

Muita tinta rolou em torno destes Bulls e destes Pistons. Ano após ano os Bulls regressavam mais fortes e determinados para ultrapassar os Detroit e quando finalmente esse jogo surgiu a América estava rendida ao talento de Jordan e companhia!

Esta noite os agora Soft Boys dos Pistons vão até Chicago defrontar os Bulls de Derrick Rose! Na primeira fila podem ter a certeza que vai lá estar o Pippen e a memória dele não é curta.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Clássico

Não era à toa que os Detroit Pistons tinham a fama de Bad Boys na NBA! Quem defrontasse os Pistons na década de 80 e 90 sabia o que ia ser durinho. Mas se alguém lhe falasse na “Dança” associariam também aos Pistons??



Nos playoffs de 86 os Pistons encontraram na 1ª ronda os Atlanta Hawks de Dominique Wilkins. Duas equipas extremamente atacantes e agressivas. Senão vejamos o resultado do 1º jogo, sem prolongamento: Hawks 140 – 122 Pistons!!!
Os Hawks arrumaram os Bad Boys! 3-1 em jogos para os Atlanta. O último jogo teve, esse sim, direito a 2 prolongamentos, e alguns momentos de confronto físico entre jogadores. Pancada mesmo!! Eram os Bad Boys por algum motivo… O Dominique acabou os playoffs de 86 com média de 28pts por jogo!

No ano seguinte o que toda a gente esperava, aconteceu: os Pistons voltaram a encontrar os Hawks nos Playoffs!  Desta vez na 2ªronda, ou seja, nas Meias Finais de Conferência!
E o Isiah Thomas, Joe Dumars, Rodman e Lambeer começaram a jogar antes de entrarem em campo. Isiah Thomas disse antes de começarem os confrontos a frase que ficaria para a história: “The Hawks are trying to Gangster the season!”, fazendo referência ao uso excessivo da força!!

Cada jogo desta ronda foi vivido ao extremo mas o momento que toda gente recorda desta rivalidade Pistons v Hawks foi sem dúvida o jogo 4. No 3º período Isiah Thomas marcou 24pontos e não parava de gritar “You can´t win in my house!!”. O jogo ganharia contornos ainda mais épicos quando a 1 segundo do fim Thomas marcou o cesto da vitória e de seguida agarrou-se à bola a dançar!!


Os Bad Boys tiveram a vingança que queriam e limparam os Hawks, 3-1 também em jogos, mas perderam na ronda seguinte contra os Celtics de Bird no jogo 7!

No 5º incial dos Hawks, para além de Dominique, Kevin Willis e de Spud Webb, faziam parte Doc Rivers e Randy Wittman. Doc Rivers é agora treinador dos Boston e Wittman é a mais recente aquisição dos Wizards. Podem vê-los em acção hoje, porque os Boston jogam em casa contra Indiana e os Wizards defrontam os Rockets, em Houston, no segundo jogo de Wittman como treinador.

Quando os Atlanta entrarem em campo podem olhar para cima e vai lá estar a camisola N.11 do senhor da Dança retirada!! Há-de reacender a rivalidade.


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